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Com que dieta eu vou? Estudo revela as cinco capazes de ampliar a longevidade

Pesquisa robusta, com mais de 100 mil pessoas, identifica associação entre maior expectativa de vida e cinco planos alimentares

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
18 fev 2026, 11h50 •
dieta mediterrânea
Dieta mediterrânea: um dos cardápios avaliados em estudo (Foto: Louis Hansel/Unsplash/Divulgação)
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  • Se a temporada da dieta é instaurada após o Carnaval, um novo estudo pode ajudar a decidir a melhor opção a seguir para ganhar saúde e ampliar a longevidade. Segundo uma análise de dados da população britânica, cinco planos alimentares se consagraram na redução do risco de mortalidade precoce e no aumento da expectativa de vida.

    O trabalho, conduzido por cientistas chineses e amparado no acompanhamento de mais de 100 mil pessoas registradas no UK Biobank (o banco de dados de saúde pública mantido pelo governo da Grã-Bretanha), evidenciou que os indivíduos com maior adesão aos cardápios bem avaliados apresentavam redução de 18 a 24% no risco de mortalidade por todas as causas no período contemplado e a adoção das dietas podia acrescentar até três anos a mais de vida.

    As melhores dietas

    O estudo, capitaneado pela Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, na China, examinou, com modelos matemáticos refinados, a conexão entre a alimentação e dietas específicas com a longevidade e mortalidade entre a população britânica ao longo de uma década, em média, controlando variáveis que poderiam enviesar os resultados, como genética e outros fatores do estilo de vida.

    Cinco dietas, todas elas já protagonistas de outros estudos e orientações nutricionais, se destacaram pelo potencial de ampliar os anos de vida pela frente:

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    Em comum, esses cardápios buscam privilegiar alimentos de origem natural e vegetal e controlar a ingestão de ultraprocessados, carne vermelha, sal e açúcar.

    De acordo com os autores, pessoas que seguiam um desses cinco modelos alimentares corriam menor risco de desenvolver e morrer por câncer e doenças cardiovasculares, respiratórias e neurodegenerativas, como Alzheimer.

    Numa conta simples, para um indivíduo com 45 anos, a devida adesão à dieta acrescentou de 1,5 a 3 anos de vida, no comparativo com quem não preenchia a contento os critérios de adoção. A dieta mediterrânea propiciou os melhores ganhos para as mulheres; e a dieta para redução do risco de diabetes foi a mais benéfica para os homens.

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    A dieta para redução do risco de diabetes, utilizada em programas clínicos na Europa e nos Estados Unidos, foi a que obteve as melhores notas quanto à diminuição da mortalidade em geral. Os cientistas especulam que o alto consumo de fibras e o controle do índice glicêmico ajudam a responder pelas vantagens visualizadas.

     

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