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Cuidado com óleo de coco, pedem cardiologistas

A Associação Americana do Coração diz que, assim como a manteiga, o alimento pode elevar o colesterol e ameaçar a saúde do peito

Por Thaís Manarini
16 jun 2017, 20h32 • Atualizado em 14 fev 2020, 18h27
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Entidade americana sugere cautela com o consumo de óleo de coco (Foto: Dercílio/SAÚDE é Vital)
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  • Mais uma entidade médica coloca em xeque os tão propagados benefícios do óleo de coco. Dessa vez quem soltou um documento sobre o tema foi a Associação Americana do Coração, que reúne cardiologistas dos Estados Unidos.
    Segundo o artigo, substituir gorduras saturadas por aquelas mais saudáveis reduz o risco cardiovascular tanto quanto tomar estatinas — drogas clássicas para controlar o colesterol.

    “Esses dados reafirmam as evidências científicas de que as gorduras saturadas aumentam o colesterol LDL, uma das principais causas de aterosclerose”, comentou, em um comunicado, Rachel Johnson, professora de nutrição da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, que assina o artigo com outros pesquisadores. “Além disso, trocar essas gorduras pelas poli-insaturadas diminui a incidência de doença cardíaca”, completou.

    Mas e onde entra o óleo de coco nessa história? Ora, de acordo com os experts, 82% das gorduras desse produto são representadas pelas tais saturadas. E estudos mostram que ele elevaria o colesterol LDL tanto quanto a manteiga, a carne vermelha ou o óleo de palma.

    Se você procura óleos mais balanceados, Rachel sugeriu que invista nos de canola, milho, soja, amendoim, cártamo, girassol e nozes. O azeite, o abacate e as oleaginosas – a exemplo de nozes, amêndoas e castanhas – têm pouca gordura saturada. Na verdade, esses itens seriam compostos basicamente pelas versões monoinsaturadas, associadas a vantagens cardiovasculares.

    Agora, se a pessoa gostar do óleo de coco, sem desespero. Usar o produto com moderação dificilmente trará malefícios à saúde. Só não encare-o como um remédio para diferentes males, como já foi dito por aí.

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