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Não consegue deixar de comer bife? Pode ser culpa dos seus genes

Estudo aponta que o DNA interfere na preferência por carne e chega a dificultar aqueles que querem diminuir ou pausar o consumo

Por Ingrid Luisa Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
5 jan 2024, 11h32 •
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Segundo estudo, a necessidade por carne pode ser fisiológica. (Ilustração: Editoria de arte/Veja Saúde/SAÚDE é Vital)
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  • A gente costuma dizer que gosto é gosto, cada um tem o seu. Mas você j​​á pensou sobre a herdabilidade das preferências alimentares?

    Numa grande pesquisa, com dados de quase 350 mil pessoas, foram identificados três genes significativamente associados ao vegetarianismo e 31 parcialmente relacionados.

    Vários deles, incluindo dois dos três principais, teriam relação com a forma com que o corpo processa gorduras e com a função cerebral.

    O autor do estudo, Nabeel Yaseen, da Universidade Northwestern, nos EUA, teoriza que as pessoas que possuem esses genes talvez consigam sintetizar substâncias presentes em gordura de forma endógena, não precisando tanto de fontes animais na dieta.

    Já quem não tem essas características no DNA sentiria maior apreço por carne justamente para obter tais componentes.

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    É uma hipótese… Segundo o autor, precisamos de mais experimentos para concluir como o genoma favorece ou não a adoção do vegetarianismo.

    +Leia Também: O que não pode faltar na despensa do vegetariano

    Para além da questão genética e do gosto pessoal, a ciência vem mostrando que moderar a ingestão de carne é proveitoso à saúde.

    Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, reduzir o consumo — inclusive de opções embutidas — e dar preferência a alimentos variados de origem vegetal, in natura ou minimamente processados faz parte da receita para viver bem.

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    Determinantes das escolhas alimentares

    Aparência e sabor
    Um doce bonito deixa todo mundo com água na boca só de olhar, e isso influencia demais na escolha. Saber se é gostoso ou não também.

    Aspectos nutricionais
    A comida é nossa fonte natural de nutrientes, e muita gente leva em conta os ganhos à saúde na hora de optar por uma ou outra.

    Efeitos fisiológicos
    Para além dos macro e micronutrientes que nosso corpo pede, certos alimentos podem não cair bem para algumas pessoas.

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    Questões psicológicas
    Memórias relacionadas a alimentos e estados emocionais como ansiedade ou depressão também influeciam o que se come.

    Condições sociais
    Nível socioeconômico, tradições culinárias, costumes familiares, alimentos disponíveis na sua região e até crenças religiosas interferem nas escolhas.

    +Leia Também: No labirinto da nutrição

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