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Preço do arroz e feijão sobe mais que cigarro, alerta pesquisa

Análise mostra que produtos essenciais sofrem mais com a inflação que itens danosos à saúde, mas reforma tributária pode rever essa distorção

Por Ingrid Luisa Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 ago 2024, 09h04 •
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Com o passar dos anos, preço de alimentos essenciais cresce mais que do cigarro (Fotos: Aleksandr Uglov e LightStock/Getty Images (arroz) e Tomás Arthuzzi (cigarro)/Veja Saúde)
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  • Todo mundo já percebeu que, de uns anos pra cá, produtos da cesta básica, como arroz e feijão, vêm ficando mais caros.

    Mas é chocante reparar que o aumento é proporcionalmente superior ao de elementos nocivos à saúde, caso do cigarro e das bebidas alcoólicas.

    O alerta vem de um levantamento conduzido pelo economista Valter Palmieri Júnior, com o apoio da ACT Promoção da Saúde.

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    Perceba como o poder de compra caiu para o arroz, mas não para o cigarro. (Gráfico: Editoria de arte/Veja Saúde/SAÚDE é Vital)

    Não é preciso ser fumante para se prejudicar pela indústria do cigarro: além do fumo passivo, há um malefício enorme para a saúde pública, sobrecarregada com mais custos para o SUS, que é financiado por nossos impostos”, analisa Palmieri.

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    O especialista afirma que a tributação atual do cigarro não paga a conta dos problemas que ele causa, e, quando se vê que a inflação atinge ainda mais os alimentos, percebe-se um erro nas alíquotas dos impostos.

    “É preciso tributá-lo em mais de 80% e ter imposto zero para alimentos essenciais”, defende o economista. A expectativa é que a reforma tributária, atualmente em tributação, ajude a corrigir estas distorções.

    +Leia Também: Da teoria ao prato: como reverter empecilhos para uma alimentação saudável

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    Fonte: relatório Tabaco, Álcool e Alimentos: Evolução dos Preços e Prioridades nas Políticas Públicas, Valter Palmieri Júnior, 2024. (Gráfico: Editoria de arte/Veja Saúde/SAÚDE é Vital)
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