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Zerar o açúcar da dieta é a melhor opção para emagrecer?

Para ter mais saúde e evitar o ganho de peso, é melhor evitar alimentos ultraprocessados do que procurar os "zero" no mercado

Por Maurício Yagui Hirata, endocrinologista da Brazil Health*
17 mar 2025, 16h21 •
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Aspartame está presente em produtos como refrigerantes (Foto: rawpixel.com/Freepik/Divulgação)
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  • Hoje, já existe um consenso de que o açúcar é um alimento prejudicial à saúde. Ele engorda, altera a glicemia, podendo levar ao diabetes, além de estar associado a problemas como cáries.

    Houve, então, uma mudança nos hábitos, sugerindo que o ideal seria substituir bebidas e doces adoçados com açúcar por alimentos adoçados com adoçantes, os chamado zero açúcar.

    Só que, atualmente, mesmo tais alimentos podem ser classificados como inflamatórios, pois, normalmente, são ultraprocessados.

    +Leia também: Dieta anti-inflamatória: ciência ou moda?

    Os alimentos ultraprocessados possuem uma grande variedade de produtos químicos, corantes, conservantes e gorduras saturadas, que aumentam a inflamação no organismo e podem causar doenças como câncer, problemas cardíacos, diabetes, demência e até mesmo distúrbios psiquiátricos, como a depressão.

    Vale ressaltar que os alimentos ultraprocessados podem ser adoçados tanto com açúcar quanto com adoçantes, e diversos estudos demonstram que os adoçantes podem trazer malefícios semelhantes aos do açúcar.

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    São exemplos de alimentos ultraprocessados, adoçados ou não: refrigerantes, cereais matinais, barras de cereais, sucos industrializados, sorvetes, bolachas, frios, entre outros. Ou seja, qualquer alimento que, por meio de processos industriais, perdeu sua composição natural.

    Dessa forma, a principal preocupação para uma dieta saudável não deve ser apenas evitar o açúcar, mas sim evitar alimentos ultraprocessados.

    +Leia também: Adoçantes: novas dúvidas à mesa

    Assim, não basta apenas focar na contagem de calorias, como se fazia antigamente, mas sim priorizar o consumo de alimentos naturais ou in natura, como frutas e vegetais, além de ler os rótulos para identificar ingredientes nocivos à saúde.

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    Com o surgimento das novas medicações injetáveis para perda de peso, é essencial compreender que não basta estar magro, mas sim manter uma alimentação saudável. O emagrecimento pode ocorrer mesmo com o consumo exagerado de alimentos industrializados, mas isso não significa que a dieta seja equilibrada e benéfica para a saúde.

    *Maurício Yagui Hirata é head nacional de Endocrinologia e Metabologia da Brazil Health

    (Este texto foi produzido em uma parceria exclusiva entre VEJA SAÚDE e Brazil Health)

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