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“Bumbum hialurônico”: entenda procedimento que virou polêmica no Carnaval

Luana Piovani criticou musa da Estácio de Sá por recorrer a técnicas que aumentam o volume da região glútea

Por Maurício Brum
18 fev 2026, 13h07 •
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Ravena Hanniely prometeu processar Luana Piovani após comentários sobre procedimento estético (Instagram: ravenahanniely.oficial/Reprodução)
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  • A harmonização de bumbum deu o que falar no Carnaval 2026. Uma das estratégias das musas da folia para impressionar ainda mais na hora de expor o corpo, a injeção de ácido hialurônico para aumentar o volume dos glúteos também rendeu polêmicas, após uma discussão nas redes sociais entre Luana Piovani e a influenciadora Ravena Hanniely, que desfilou pela Estácio de Sá.

    Incomodada com as perguntas de jornalistas sobre sua “preparação” para o Carnaval, Luana, de 49 anos, acabou fazendo uma postagem crítica em seu perfil: um story usando um vídeo em que Ravena, de 24, conta o que fez para sair na avenida, uma série de procedimentos que incluiu a fratura de costelas “para perder mais de dez centímetros de cintura”, lipoaspiração e retoques no bumbum.

    Em tom de deboche, Luana escreveu “era esse tipo de preparação que os jornalistas me perguntaram”, acrescentando que, no seu caso, não faria “bunda hialurônica” ou “lipo HD” e seu único pré-Carnaval foi com “chopp e franguim a passarim” (sic). A história cresceu nas redes, com Ravena prometendo processar a atriz e apresentadora pelo que alega ser um “uso indevido da imagem”.

    Mas, polêmica à parte, o que é o tal bumbum hialurônico? E existe algum risco em recorrer a esse procedimento?

    Como é feito o “bumbum hialurônico”

    O nome já entrega: o aumento dessa parte do corpo, tão cultuada nas passistas do Carnaval, é proporcionado por meio da injeção de ácido hialurônico na área desejada. O objetivo é que a técnica garanta um maior volume com aspecto natural, melhorando o contorno de forma pouco invasiva.

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    O procedimento é feito com anestesia local, sem a necessidade de incisões. A chance de reações indesejadas, embora exista, é bem pequena, e os efeitos não são permanentes: como em qualquer técnica de preenchimento envolvendo o ácido hialurônico, com o tempo ele é reabsorvido pelo corpo.

    Em geral, o volume desaparece em uma janela de 6 a 18 meses, dependendo da pessoa.

    +Leia também: Ácido hialurônico não é tudo igual: conheça as diferenças

    Existem riscos?

    O ácido hialurônico é considerado geralmente seguro, sendo uma estratégia com eficácia consolidada que costuma ser preferida em relação a bioestimuladores de colágeno ou a preenchedores artificiais perigosos, como o PMMA. No entanto, a intervenção tem riscos inerentes, como inchaços, hematomas e até infecções ou (em casos muito raros) necrose.

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    Outro impacto indesejado possível é que o ácido hialurônico gere um efeito irregular na pele, contrariando os objetivos de fazer um lifting do bumbum com aspecto natural. Nessas situações, pode ser necessário injetar hialuronidase para reverter o procedimento: trata-se de uma enzima que degrada o ácido em questão de horas, acabando com a deformidade.

    Em qualquer situação, quem busca a técnica de preenchimento dos glúteos deve fazer isso com profissionais habilitados, para minimizar os riscos de complicações.

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