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A obesidade se combate de pé

Estudo revela que excesso de tempo gasto sentado está ligado à obesidade, principalmente entre as mulheres

Por Lígia Vasconcelos (colaboradora)
3 dez 2014, 14h21 • Atualizado em 1 dez 2016, 17h31
Thinkstock / Getty Images
Thinkstock / Getty Images (/)
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  • Se você está lendo este texto sentado na cadeira do trabalho ou acomodado no sofá, talvez depois queira dar uma esticada nas pernas — tomara! É que o excesso de tempo gasto no conforto da poltrona está ligado à obesidade, especialmente entre as mulheres, segundo um estudo da Universidade Washington, em Saint Louis, nos Estados Unidos.

    Para investigar o elo entre esse comportamento sedentário e o índice de massa corporal (o famoso IMC), os estudiosos analisaram as respostas de 1.891 indivíduos a um questionário sobre o período que permaneciam sentados no trabalho e durante o tempo livre. Também havia perguntas sobre a frequência de exercícios físicos.

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    Ao colocar os números encontrados na ponta do lápis, os pesquisadores observaram que, na ala feminina, aquelas que passavam cerca de seis horas em cima de uma cadeira diariamente tinham um risco 1,7 vezes maior de ficar obesas  — e isso mesmo se praticassem um esporte. Por quê? Ora, ficar sentado gasta menos calorias do que se manter em pé ou caminhar.

    Além do risco de acumular gordura, passar longos períodos apoiado sobre as nádegas também pode abreviar a vida. É isso mesmo. Um estudo do Instituto Nacional de Câncer, nos Estados Unidos, avaliou 240.819 adultos por quase nove anos e concluiu que perder sete ou mais horas em um assento por dia eleva a probabilidade de alguém morrer — de novo, mesmo se o indivíduo realizar exercícios físicos.

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    Em meio às especulações sobre o porquê de tais resultados, os cientistas arriscam que o aproveitamento da glicose seria um dos responsáveis por tais problemas. Isso porque, numa rotina mais parada, sua concentração no sangue sobe, o que fomenta o diabete e os danos às artérias. Para barrar essa ameaça, buscar um dia a dia mais dinâmico, incluindo, por exemplo, pequenas pausas para se levantar e buscar um cafezinho, já faz tremenda diferença.

     

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