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Hipotireoidismo em cães: os cuidados necessários

Seu pet está mais gordo e sonolento do que nunca? Então, é melhor investigar. Ele pode estar com um problema de tireoide, glândula que fica bem ali, no pescoço

Por Redação M de Mulher
10 Maio 2011, 22h00 • Atualizado em 28 out 2016, 13h07
Elaine Moraes
Elaine Moraes  (/)
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  • Hipotireoidismo em cães: os cuidados necessários

    Seu cãozinho está engordando muito? Fique esperta e leve-o logo ao veterinário
    Foto: Dreamstime

    Ao notar que seu amigo já não é mais o mesmo, ou, pior, que o comportamento dele mudou da noite para o dia, fique esperta e leve-o logo ao veterinário. Um checkup bem-feito talvez acuse que seu animal está sofrendo de hipotireoidismo – doença autoimune que provoca uma queda brusca na produção do hormônio tireoidiano, produzido naquela famosa glândula da garganta, com formato semelhante ao de uma borboleta.

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    A doença, quando dá as caras, costuma atingir cachorros adultos, com idade por volta dos 5 ou 6 anos. “Embora não se saiba muito bem o porquê, raças como beagle, cocker, golden-retriever, labrador, sheepdog e doberman são as mais propensas ao desequilíbrio”, diz a veterinária Ana Claudia Balda, de São Paulo. “Isso não quer dizer que os outros cães não possam ser pegos de surpresa”, avisa. Segundo a médica, o tratamento é sempre o mesmo: a reposição do hormônio tireoidiano por via oral. E detalhe: para o resto da vida.

    Junto com o remédio, o bicho precisará fazer um acompanhamento constante por meio de exames de sangue para medir os níveis de seus hormônios (principalmente o T4) e o especialista deve avaliar se a dosagem do medicamento está compatível com a sua necessidade. “Não existe prevenção para hipotireoidismo”, diz Marcelo Quinzani, veterinário, de São Paulo. “O bom é que os sintomas são completamente eliminados quando o tratamento é feito de maneira adequada.” Outros distúrbios, como o aumento das taxas de triglicérides e de colesterol, também podem aparecer como uma espécie de decorrência do mal funcionamento da tireoide. Portanto, exames para checar esses fatores costumam entrar na rotina. O que o dono não pode é marcar bobeira e demorar para levar o animal ao veterinário – afinal, só um bom acompanhamento é capaz de desatar esse nó.

    A tireoide do cão, assim como a do homem, é bem parecida com uma gravata-borboleta, só que tem as pontas mais arredondadas. Está localizada à frente da traqueia e se divide em duas partes, uma do lado direito e outra do esquerdo. Veja quais são os sinais que podem indicar o hipotireoidismo no cachorro

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    Sonolência: o hormônio tireoidiano ajudaria a manter o bicho esperto. Se ele está em falta, a tendência é o cão dormir a maior parte do tempo.

    Ganho de peso: justamente por dormir demais, ele pouco anda, não corre, não brinca. E a falta de atividade física leva à obesidade.

    Problemas de pele: dermatites, seborreia e queda de pelo se tornam evidentes.

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    Intolerância ao frio: mesmo em sua casa, com cobertores ou até roupas apropriadas, o animal se mostra friorento. A temperatura corporal cai.

    Apatia: ele não quer brincar, dar aquela voltinha pela rua e nem sequer dá muita bola aos agrados do dono. Essa mudança de comportamento pode ser repentina e indica o quadro depressivo decorrente da falta de hormônios. Atenção!
     

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