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Uma técnica revolucionária para evitar amputações

Uso de tecido artificial possibilitou reabilitação completa de tendões, músculos e pele

Por André Biernath 20 abr 2016, 10h41 | Atualizado em 27 out 2016, 23h37
Gustavo Arrais
Gustavo Arrais (/)
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O Serviço de Cirurgia Plástica e Queimaduras do Hospital das Clínicas de São Paulo testou uma maneira inusitada de fechar feridas graves e profundas — quando há exposição de osso, tendão ou articulação. A técnica preconiza a implantação de um tecido artificial (feito a partir de cartilagem bovina), um curativo a vácuo e um enxerto de pele da própria pessoa. Um total de 20 vítimas de traumas ou infecções passou pela nova operação e 95% delas apresentaram uma cicatrização completa. “Até nós ficamos surpresos com resultados tão positivos”, admite o cirurgião plástico Dimas André Milcheski, que trouxe a novidade para o Brasil. Atualmente, os únicos tratamentos disponíveis são amputações da região afetada ou procedimentos mais complexos.

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