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Mexer no celular à noite aumenta o risco de depressão infantil

Estudo avalia o impacto da tecnologia no sono e na saúde mental das crianças – e os resultados são preocupantes

Por Vand Vieira
9 jun 2017, 19h00 • Atualizado em 21 jun 2017, 18h44
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Especialistas recomendam limites mais rígidos para a tecnologia na infância  (Foto: ST/Shutterstock)
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  • Crianças estão trocando brinquedos por tablets e smartphones cada vez mais cedo. E não bastasse o prejuízo à visão, cientistas da Universidade Griffith e da Universidade Murdoch, ambas na Austrália, alertam para a relação entre o uso noturno desses aparelhos e a depressão.

    A associação veio após a análise de 1 100 alunos de 29 escolas, acompanhados dos 8 aos 11 anos de idade. Anualmente, os voluntários mirins passavam por entrevistas em que falavam, por exemplo, sobre qualidade do sono e até que horas trocavam mensagens de texto, checavam as redes sociais e ligavam para os colegas.

    Já no primeiro ano da pesquisa, 85% dessa turma tinha celular e apenas 1/3 afirmou que o deixava de lado após a luz ser apagada. Três anos depois, esse índice subiu para 93% e somente 1/5 dava descanso às telas pouco antes da hora de dormir, como recomendam os especialistas.

    Os efeitos de tantas noites em claro? Maior dificuldade em lidar com problemas, baixa autoestima e mais irritabilidade em comparação a quem se desconectava no horário certo. Questões que podem fomentar a tristeza profunda.

    “Conforme o uso do smartphone aumentava, a má qualidade do sono e outros sintomas de depressão pioravam”, afirmou Kathryn Modecki, professora da Escola de Psicologia Aplicada da Universidade Griffith, em comunicado à imprensa. Para a especialista, uma das responsáveis pelo trabalho, essa conclusão reforça a importância de monitorar e limitar o tempo que a criançada fica online.

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