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Nutrição, treino e saúde mental: os pilares do desempenho de atletas

Estes três aspectos devem estar equilibrados para garantir uma boa performance em qualquer esporte

Por Alessandra Maya, nutricionista*
13 nov 2024, 14h08 •
olimpíadas
Olimpíadas fazem crescer interesse por prática de esportes.  (Foto: Nicolas Hoizey/Unsplash/Divulgação)
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  • No universo dos atletas profissionais, existem muitas variáveis para alcançar o auge do desempenho, muito além do “simples” treinamento físico.

    É extremamente relevante que exista equilíbrio entre três pilares: além do treino em si, a saúde mental e a nutrição, que são fundamentais para atingir os resultados desejados.

    A nutrição

    Quando realizada de forma equilibrada, fornece ao atleta a energia necessária, otimizando o seu rendimento e resistência durante as competições.

    Compreender as necessidades individuais de cada esportista, tais como metabolismo, esforço despendido e objetivos é imprescindível, assim como a escolha dos nutrientes adequados, timing das refeições e hidratação.

    Dietas que não atendam à demanda específica do atleta ou que sejam extremamente restritivas podem levar deficiências nutricionais que causam desde fadiga, falta de energia e de concentração até comprometimento da recuperação muscular e cognitiva, aumentando os riscos de lesões, além de afetar a resistência.

    +Leia também: Suplementos esportivos: o que saber antes de usar

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    O treinamento físico

    Evidentemente, o treinamento físico é crucial no desempenho esportivo. Nesse passo, o programa deve ser bem estruturado e alinhado aos objetivos individuais do atleta.

    Isso, não apenas aprimora as habilidades específicas, mas também reduz os riscos de lesão, contribuindo para uma carreira profissional duradoura e sustentável.

    A ideia de que quanto mais treino, melhores os resultados é um equívoco extremamente perigoso. O excesso de esforço físico, sem períodos adequados de recuperação, pode levar à fadiga crônica, ao overtraining e ao aumento do risco de se machucar.

    Assim, enquanto o treinamento bem feito e consistente, aliado à pausa para recuperação, resulta em eficácia na prática esportiva, a negligência, por outro lado, é prejudicial ao desempenho atlético.

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    +Leia também: Para emagrecer, o que podemos aprender com os atletas olímpicos?

    O equilíbrio mental

    Muitas vezes subestimado, ele impacta diretamente no desempenho do atleta. O excesso de pressão por resultados, a ansiedade e o estresse podem acarretar na diminuição da concentração, falta de motivação e até mesmo transtornos psicológicos mais graves.

    Estratégias como gerenciamento do estresse, mindfulness e outras técnicas de meditação podem ser interessantes aliados para manter a mente do profissional focada durante os períodos de competição.

    O sono, também negligenciado, é o período em que o corpo se recupera e se fortalece. Atletas profissionais ou não devem priorizar a qualidade do sono, garantindo horas suficientes de descanso, uma vez que a falta poderá resultar em menor desempenho e resistência e mais propensão a lesões.

    Além de tudo, a privação de sono compromete a saúde mental, aumenta os níveis de estresse e ansiedade, afetando a clareza mental e a tomada de decisões durante as competições.

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    Por vezes, ao focar apenas nos resultados, o atleta acaba praticando excessos, o que poderá impactar negativamente na sua jornada. Extremos são perigosos, porque fazem o profissional acreditar que está agindo em um propósito, quando, na realidade, está se prejudicando a longo prazo.

    Por mais óbvio que pareça ser, o equilíbrio perfeito decorre da ausência de excessos. O esporte, quando bem feito, é multidisciplinar e o equilíbrio sempre poderá ser atingido com a ajuda de bons profissionais.

    *Alessandra Maya é nutricionista

    (Este texto foi produzido em uma parceria exclusiva entre VEJA SAÚDE e Brazil Health)

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