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5 métodos comprovados para diminuir cólicas em bebês

Queixa comum nos primeiros anos de vida da criança, cólicas podem ser evitadas ou aliviadas com medidas simples no cotidiano

Por Clarice Sena
16 abr 2025, 10h47 • Atualizado em 16 abr 2025, 11h00
bebe-colicas
Cólicas geram desconforto, mas os responsáveis não precisam se desesperar com o choro do bebê desde que fiquem atentos aos sinais de problemas (Jcomp/Freepik)
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  • O choro inconsolável do bebê pode ser um sinal de cólica, um problema comum nos primeiros meses de vida. A causa para as cólicas dos bebês ainda não é totalmente esclarecida pela ciência, mas se acredita que elas estejam ligadas ao desenvolvimento dos sistemas gastrointestinal e nervoso, assim como ao ambiente familiar e à rotina.

    Apesar de ser angustiante ver o filho assim, há estratégias naturais e que não usam medicamentos para aliviar o desconforto. Pais e responsáveis não devem utilizar remédios caseiros e fitoterápicos por conta própria para tentar resolver o problema.

    O uso dessas medicações pode oferecer riscos de intoxicação e até aumentar o incômodo. Por isso, converse sobre o assunto com o pediatra que acompanha o bebê antes de ir à farmácia.

    Neste artigo, você aprende o que fazer quando o bebê está com cólica:

    1. Como identificar cólica em bebês: a regra de três 

    Observar o comportamento da criança é essencial para identificar se o problema é mesmo cólica ou outra coisa. No início da vida, os incômodos se resumem à fralda cheia, frio (ou calor), fome e dor. 

    As cólicas dos lactentes geralmente persistem até os 3 meses e podem ser percebidas por sintomas, como

    • Irritação constante
    • Rosto vermelho
    • Gases
    • Barriga inchada
    • Encolher e contorcer as pernas
    • Arquear as costas
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    Depois de eliminar os gases, o pequeno costuma demonstrar sinais de alívio.

    Pra ajudar a distinguir se o choro indica cólica, vale seguir a “regra de três”: a inquietação tem duração superior a três semanas, em pelo menos três dias da semana e/ou por ao menos três horas.

    Apesar do choro ser estridente, lembre-se que esta é a forma que a criança tem para se comunicar e, portanto, não há motivo para desespero nem irritação. 

    2. A influência da alimentação da mãe e do bebê nas cólicas 

    Para prevenir as cólicas, o ideal é que a mãe e o bebê tenham uma boa alimentação.

    Apesar de não haver evidências suficientes associando os alimentos consumidos pela mãe com as cólicas do bebê, os pediatras recomendam que lactantes evitem cafeína e bebidas alcoólicas.

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    Outro ponto importante é a tranquilidade não só durante a hora de amamentar, mas durante todo o período de lactação. Estresse excessivo pode interferir negativamente, prejudicando a mamada da criança e até a produção da microbiota transmitida pelo leite.  

    Já em relação à alimentação do bebê,  o indicado é manter o leite materno como a principal fonte nutritiva da criança até os dois anos. A posição correta para o aleitamento deve ser observada, mantendo o bebê de frente para a mãe, tocando barriga com barriga, e fazendo com que a criança possa pegar na aréola, não só no mamilo.

    A boca deve estar na posição de “peixinho”, bem aberta para encher as bochechas. Esse cuidado evita que os pequenos acabem engolindo ar durante a mamada, o que pode contribuir para as cólicas.

    Espere até que todo o leite de uma mama seja consumido para oferecer o outro lado, pois a porção com mais proteína, gordura e enzimas para quebrar a lactose só é liberada no final da mamada.  

    Se não for possível manter o aleitamento materno, um pediatra deve ser consultado para verificar qual a melhor fórmula a ser utilizada para o bebê.

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    +Leia também: O novo guia da introdução alimentar de bebês

    3. Massagem para gases em bebês: passo-a-passo

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    Medidas simples põem fim ao incômodo do neném (Foto: ST/Shutterstock)

    Massagear o bebê pode ser a medida mais efetiva para liberar os gases que causam cólicas. Banhos mornos são outra forma de driblar o desconforto e ainda favorecem a boa circulação sanguínea.

    Para a massagem, siga os seguintes passos:

    • Segure o bebê de bruços
    • Apóie a barriga do pequeno sobre o antebraço
    • A outra mão fica livre para fazer exercícios com as perninhas, esticando e dobrando.

    Outra opção é deitar o bebê, nesse caso, faça assim:

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    • Flexione as coxas sobre a barriga
    • Movimente as pernas como se ele estivesse pedalando uma bicicleta
    • Durante esses movimentos, lembre-se de massagear a barriga para soltar os gases
    • Óleos, desde que hipoalergênicos, podem ser usados para promover relaxamento. 

    4. Promova um ambiente tranquilo

    Um ambiente muito agitado pode contribuir para as cólicas do bebê. O ideal é mantê-lo em local tranquilo, com iluminação suave, sem muito barulho nem movimento de pessoas.

    Os choros constantes também podem gerar ansiedade e exaustão nos pais, o que só produz mais estresse na relação com o bebê. Em situações graves, os pais podem descontar esta irritação no bebê.

    Por isso, o momento requer compreensão e paciência: é preciso lembrar que o choro é a única forma do bebê se comunicar, e as cólicas são um problema comum entre os pequenos. Também é essencial ter ajuda para revezar os cuidados com o bebê.

    Se estiver em dúvidas sobre o que fazer ou angustiado com o choro da criança, procure a unidade de saúde mais próxima. Os profissionais poderão oferecer uma série de orientações para o cuidado do pequenino. 

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    5. Rotina do sono: bebês que dormem bem sofrem menos

    Bebês que dormem mal ou irregularmente podem acabar desenvolvendo cólicas por causa do estresse. O interessante para evitar isso é criar uma rotina constante para que o bebê se habitue às atividades do cotidiano e aprenda a esperar por elas.

    Estabeleça horários para passeios, banhos, mamadas e para o sono. Tudo bem se eles não forem tão rígidos, mas é importante que aconteçam em momentos parecidos todos os dias. Na hora de dormir, músicas suaves e um berço quentinho com manta ou cobertor podem ajudar a estabelecer o hábito.

    Por fim, não utilize chás nem medicamentos por conta própria, nem troque a marca do leite de uso regular sem orientação médica. Consulte pediatras sempre que tiver dúvidas.

     

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