Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: Saúde por apenas 4,99

Atriz de 23 anos morre por doença rara logo após estrear em série

Isabelle Tate tinha acabado de participar da recém-lançada 9-1-1 Nashville

Por Maurício Brum
24 out 2025, 11h31 • Atualizado em 24 out 2025, 11h36
isabelle-tate-911-nashville
Isabelle Tate tinha a doença de Charcot-Marie-Tooth (./Reprodução)
Continua após publicidade
  • Isabelle Tate, atriz que apareceu no primeiro episódio da recém-lançada série 9-1-1: Nashville, morreu aos 23 anos no começo desta semana por complicações de uma doença neurológica rara.

    Nesta quinta (23), representantes da jovem estrela confirmaram que ela enfrentava a doença de Charcot-Marie-Tooth, também conhecida pela sigla CMT.

    A morte de Tate, que deve receber um tributo no próximo episódio da série (ainda sem previsão de lançamento no Brasil, a expectativa é que os episódios venham a ser disponibilizados no Disney+), chamou atenção para uma condição pouco conhecida.

    Entenda melhor a doença.

    O que é a doença de Charcot-Marie-Tooth

    A doença de Charcot-Marie-Tooth é uma condição genética hereditária que leva a danos nos nervos periféricos do corpo. Por isso, o CMT por vezes é chamado de neuropatia periférica hereditária.

    Apesar do nome sugerir uma coisa só, na verdade essa doença se refere a um grupo de problemas distintos.

    Continua após a publicidade

    Em geral, o CMT é caracterizado por fraqueza muscular que se manifesta nas extremidades do corpo, podendo também haver uma sensação de dormência nos pés, mãos e braços. É comum que pessoas com essa condição apresentem dificuldades para caminhar.

    Os sintomas podem surgir em qualquer idade, mas é recorrente que os primeiros sinais apareçam ainda na infância ou adolescência. Em uma postagem no Instagram em 2022, Tate contou que descobriu a doença aos 13 anos e vinha precisando recorrer a uma cadeira de rodas em alguns momentos.

    Na maioria dos casos, a doença de Charcot-Marie-Tooth não é considerada capaz de levar a complicações fatais. Mas, em algumas situações menos comuns, as disfunções neuromusculares também podem levar a problemas que afetam fala, deglutição e respiração, o que aumenta os riscos de problemas mais sérios.

    Não se sabe exatamente o que ocorreu com Isabelle Tate, mas a informação divulgada à imprensa afirmava que ela sofria com um tipo raro de CMT.

    Continua após a publicidade

    Como o CMT é diagnosticado

    A suspeita de CMT costuma surgir a partir dos sintomas e do histórico familiar da doença. Quando se sabe que a pessoa tem parentes com essa condição, pode ser indicado um teste genético, inclusive antes do aparecimento dos sintomas.

    Sem uma suspeita prévia, a investigação do quadro costuma envolver testes que buscam avaliar o funcionamento dos músculos e nervos, como uma eletroneuromiografia. Uma biópsia dos nervos periféricos também pode ser indicada para aprofundar a investigação.

    Tem tratamento?

    A doença de Charcot-Marie-Tooth é progressiva e incurável. Na maioria dos casos, porém, ela não é considerada fatal, e diversas opções de tratamento podem ser indicadas para aliviar os sintomas e propiciar maior qualidade de vida para quem convive com a condição.

    O tratamento pode envolver fisioterapia e terapia ocupacional para lidar com as dificuldades de movimento. Quando a doença afeta a fala, um acompanhamento com fonoaudiólogo também é indicado. Alguns medicamentos podem ser empregados para lidar com as dores associadas à condição, e dispositivos ortopédicos podem ser indicados para facilitar a mobilidade.

    Continua após a publicidade

    Pessoas que sofrem com alterações na marcha por conta do CMT também podem passar por cirurgia ortopédica para corrigir eventuais deformações que prejudicam ainda mais os movimentos.

    O melhor acompanhamento depende de avaliação individualizada, definindo o tratamento de acordo com os sintomas que mais afetam cada paciente.

    Compartilhe essa matéria via:
    Publicidade
    Clique aqui para entrar em nosso canal no WhatsApp

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    Sua saúde merece prioridade!
    Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    OFERTA RELÂMPAGO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.