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Mpox supera 80 casos no Brasil e novo estado é afetado

Ministério da Saúde atualiza as ocorrências; Minas Gerais também entrou na lista de estados afetados

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
24 fev 2026, 11h31 • Atualizado em 27 fev 2026, 15h18
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Casos esporádicos de Mpox acontecem no Brasil desde 2022 (JUN LI/Getty Images)
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  • O Ministério da Saúde confirmou, até o momento, 81 casos de Mpox pelo país. São Paulo lidera o número de infectados, com 57 ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro, com 13. Minas Gerais também entrou na lista de notificações, com três episódios confirmados na região metropolitana de Belo Horizonte.

    De acordo com a pasta, a maioria dos pacientes diagnosticados tem sintomas considerados de grau leve a moderado. Não há registro de situações graves tampouco mortes devido a complicações por mpox.

    O quadro geral de casos confirmados por estados, pelas informações do Ministério, é o seguinte:

    1. São Paulo: 57 casos
    2. Rio de Janeiro: 13 casos
    3. Rondônia: 4 casos
    4. Minas Gerais: 3 casos
    5. Rio Grande do Sul: 2 casos
    6. Distrito Federal: 1 caso
    7. Paraná: 1 caso

    Mpox: transmissão e sintomas

    A doença é causada por um vírus transmitido em contato próximo ou íntimo com alguém infectado. Os sintomas mais comuns são febre, dores de cabeça e pelo corpo e erupções na pele em formato de bolhas.

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    Boa parte dos casos tem evolução leve, mas, a depender da imunidade e das condições de saúde, o quadro pode complicar e até mesmo evoluir para óbito. Estima-se que até 10% dos pacientes possam morrer devido a complicações da moléstia.

    A recomendação é que, diante de sintomas suspeitos, o indivíduo evite contato com outras pessoas e busque atendimento médico.

    +Leia também: Aprenda a identificar as lesões do mpox e o que fazer se notar sintomas

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    O Ministério da Saúde afirma que segue monitorando os episódios e pontua que o SUS está preparado para fazer o diagnóstico e prestar socorro a pessoas com o teste positivo.

    Desde 2022, casos de mpox vêm sendo detectados pelo país regularmente, embora não tenha havido um disparo em nível epidêmico. Devido aos riscos da infecção e à possibilidade de mutações virais, as autoridades sanitárias continuam mantendo medidas de vigilância sobre o patógeno.

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