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Por que a vacina contra a caxumba precisa estar em dia?

A imunização é a única maneira de prevenir a doença, também conhecida como papeira, que afeta principalmente crianças e jovens

Por Goretti Tenorio (texto), Rodrigo Damati (infográfico)
21 jun 2024, 14h09 • Atualizado em 12 jul 2024, 15h24
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A doença é famosa por conta do inchaço que causa na lateral do rosto (Ilustração: Rodrigo Damati/Veja Saúde)
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  • A caxumba é uma infecção causada por vírus da família Paramyxoviridae, gênero Paramyxovirus, que se aloja na saliva. A seguir, conheça mais sobre ela:

    Como se pega caxumba?

    Mais frequente no inverno, com disseminação facilitada por aglomerações em locais fechados, é transmitida por via aérea, seja por gotículas que se espalham quando a pessoa espirra ou tosse, seja por contato direto com alguém contaminado.

    O período de contágio gira em torno de cinco dias antes de aparecerem os primeiros sintomas até dez dias depois disso.

    O que ocorre no corpo?

    O vírus se instala primeiro no nariz e na garganta. A partir dali, se multiplica e se espalha para a corrente sanguínea, atingindo as glândulas da região do pescoço: as parótidas (por isso a doença também é denominada parotidite epidêmica), as submandibulares e as sublinguais.

    Com a replicação, o patógeno pode migrar para outros tecidos e atingir diferentes órgãos, como testículos, ovários, mamas e pâncreas. Há casos em que chega aos rins e ao sistema nervoso.

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    Clique para ampliar a imagem (Ilustração: Rodrigo Damati/Veja Saúde)
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    Quais as consequências?

    Com o processo de inflamação e o acúmulo de líquido nos locais afetados, vem o inchaço nas bochechas e pescoço típico da caxumba, que pode acontecer de ambos os lados ou de apenas um, além de dor ao engolir. Essa fase da doença costuma desencadear febre e se estender por até dez dias.

    Dor de cabeça, cansaço e perda de apetite também fazem parte do quadro geral. Esses sinais podem demorar até mais de 20 dias a aparecer depois do contato com o vírus.

    A que riscos estamos expostos?

    Em crianças menores de 5 anos, os ataques às vias respiratórias e a perda auditiva são as principais ameaças. Mas, embora seja mais comum na infância, a caxumba pode ter evolução mais severa em adultos.

    Nesses casos, chega a ocasionar meningite, encefalite e pancreatite. Inflamação em testículos, ovários e mamas, bem como aborto espontâneo no primeiro trimestre da gestação, são outras complicações temidas pelos especialistas.

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    Complicações generalizadas, infertilidade e tratamentos

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    Clique para ampliar a imagem    (Ilustração: Rodrigo Damati/Veja Saúde)

    Informações sobre a vacina

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    Clique para ampliar a imagem (Ilustração: Rodrigo Damati/Veja Saúde)

    Caxumba em números

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    Clique para ampliar a imagem (Ilustração: Rodrigo Damati/Veja Saúde)

    Fontes: Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm); The Brazilian Journal of Infectious Diseases; Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

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