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Queda brusca de temperatura: saiba cuidar da saúde!

A chegada do outono pode favorecer infecções respiratórias, alergias e até infarto ou AVC. Mas há como se proteger!

Por Marcos Rienzo, clínico geral*
28 mar 2024, 08h56 •
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Tosses e espirros são mais comuns após quedas bruscas de temperatura. (Foto: Brittany Colette/Unsplash)
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  • Com as frequentes oscilações de temperatura nesta época de outono (queda de mais de 10 graus em poucas horas, como ocorreu na cidade de São Paulo há poucos dias), acabamos ficando mais suscetíveis a determinadas doenças, sobretudo as infecciosas e alérgicas, e a problemas circulatórios.

    Em relação às infecções, principalmente respiratórias, elas ocorrem mais frequentemente nesta época do ano, porque nos reunimos mais em ambientes fechados para evitar o frio. Isso, por sua vez, facilita a disseminação de vírus e bactérias entre as pessoas. Além disso, as gotículas contaminadas que liberamos ao falar, tossir ou espirrar possuem mais facilidade de “viajarem” no ar seco.

    Portanto, procure manter os ambientes ventilados e se vacine contra os principais vírus que nos atingem nessa época, como Influenza e Covid-19. Se estiver gripado ou resfriado, use máscara quando estiver próximo a amigos ou familiares, cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e lave as mãos com frequência.

    Já as alergias são mais comuns nessa época, sobretudo rinites e bronquites, devido à maior poluição decorrente do ar mais seco que se aproxima. Caso tenha histórico de alergias respiratórias, procure manter os ambientes limpos. Tenha cuidado com a poeira doméstica e com os pets, pois eles podem liberar pelos e ácaros capazes de provocar crises.

    Outro foco de problema nesta época é a pele, mais frequentemente acometida de alergias. Para reduzir o risco de incômodos, abuse dos hidratantes e evite banhos muito quentes ou prolongados, pois esse tipo de alergia tende a se agravar com a pele ressecada.

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    +Leia também: Vitamina C contra as doenças do outono: o que tem de verdade na história?

    Já os problemas circulatórios aumentam com a queda de temperatura por uma série de motivos, entre eles a elevação da pressão e dos batimentos cardíacos, associados ao estreitamento de vasos sanguíneos gerados pelo clima mais frio.

    Com isso, observamos mais casos de infarto, arritmias cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC) nos meses frios. Consulte seu cardiologista para avaliar sua pressão e seus níveis de colesterol, evite exposição ao frio sem estar agasalhado, pratique atividade física regularmente, procure manter-se bem hidratado, não fume, não consuma álcool em grande quantidade e cuide da sua alimentação, que deve ser balanceada, rica em frutas, verduras e legumes.

    *Marcos Rienzo é clínico geral e cardiologista. É coordenador médico do Centro de Acompanhamento da Saúde e Check Up e Gerente Médico de Unidades Externas, ambos no Hospital Sírio-Libanês.

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    (Este texto foi produzido em uma parceria exclusiva entre VEJA SAÚDE e Brazil Health)

     

    brazil-health
    (Logo: Brazil Health/Reprodução)

     

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