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Radar da saúde: o perfil do paciente digital brasileiro

Levantamento revela as principais características do público na busca online por consultas e profissionais. Veja este e outros destaques na mira de VEJA SAÚDE

Por Diogo Sponchiato
21 mar 2025, 14h15
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Maioria das interações é realizada por mulheres e feita pelo celular, mostra pesquisa (Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)
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A internet se tornou uma ferramenta onipresente na medicina, permitindo que pacientes façam suas pesquisas e ainda sejam atendidos de forma remota.

Pois a Doctoralia, maior plataforma de agendamento de consultas do país, esmiuçou os dados de seus usuários — cerca de 20 milhões por mês — para entender os comportamentos e as demandas dos brasileiros.

Descobriu que o celular reina nas interações — 84% das pessoas acessam os serviços por meio dele — e as mulheres estão à frente na utilização do site, representando 63% do público.

As especialidades médicas mais buscadas foram ginecologia, psiquiatria e dermatologia, e os pacientes escolhem os profissionais de acordo com critérios como cobertura do convênio, localização e número de opinião de outros usuários.

Os atributos mais valorizados nas consultas são a dedicação e as explicações detalhadas do clínico — no ambiente físico ou no virtual.

Passado: 10 anos de pele de tilápia para tratar queimaduras

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)
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Em 2015, médicos ligados ao Instituto de Apoio ao Queimado e à Universidade Federal do Ceará deram início a uma inovadora linha de pesquisa: utilizar a pele de tilápia devidamente preparada para ajudar na reparação de tecidos de vítimas de queimaduras.

A ideia vingou, deu origem a dezenas de estudos e deve ser empregada em maior escala em breve.

Futuro: remédio projetado por IA será testado em 2025

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

A promessa é de Demis Hassabis, Prêmio Nobel de Química no ano passado e líder de uma startup vinculada ao Google que se vale da inteligência artificial para desenhar e testar em modelos computacionais medicamentos inéditos.

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Segundo o cientista, o processo de descoberta de fármacos pode ser acelerado em dez vezes com a tecnologia.

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Um lugar: Guiné elimina doença do sono graças à parceria internacional

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

Populações mais vulneráveis sofrem com moléstias que nem sempre têm tratamento adequado devido à falta de investimento em pesquisa. Para suprir essa lacuna, a iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas vai atrás de soluções.

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E uma medicação criada pelo consórcio conseguiu deter uma doença disseminada por mosquitos e responsável por fadiga severa na África.

Um dado: 1 em cada 5 adultos convive com o herpes genital

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

São números epidêmicos: 846 milhões de pessoas de 15 a 49 anos apresentam o vírus sexualmente transmissível e mais de 200 milhões tiveram ao menos uma manifestação da doença nos genitais — como manchas vermelhas, coceira e lesões.

O achado, de um grupo global, reforça a necessidade de aderir a métodos como o preservativo e fazer check-ups periódicos.

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Uma frase: Adriano Silva

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(Ilustração: Felipe Del Rio/Veja Saúde)

“Uma boa vida não basta — é preciso morrer de modo digno. Se a morte é parte da vida, então qualidade de vida inclui também qualidade na morte. Quando viver se transforma num exercício constante de agonia e desespero, deixar de existir pode representar a única libertação possível de uma rotina excruciante em que só há dor e infelicidade. Diante da perspectiva da morte como um filme de terror (…) só nos resta torcer para sermos agraciados com a chamada “boa morte” — um evento rápido e indolor. E, na impossibilidade de que isso venha a nos acontecer naturalmente, que possamos viver em um lugar em que o acesso à morte voluntária assistida nos seja garantido.”

Adriano Silva, jornalista, no livro O Dia em Que Eva Decidiu Morrer* (Vestígio)

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