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Ranking dos estados com melhores condições de saúde

Com base na expectativa de vida e na mortalidade infantil, uma empresa listou quais as regiões "mais saudáveis" do Brasil. Santa Catarina lidera

Por Valéria Bretas (EXAME.com)
19 out 2016, 06h00 • Atualizado em 25 out 2016, 18h31
Elaine Skowronski
Elaine Skowronski (/)
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  • Um estudo da consultoria Macroplan constatou que Santa Catarina, no Sul do país, é o estado brasileiro que oferece as melhores condições de saúde. Isso se justifica com dois índices: a mais alta expectativa do país – 78,5 anos – e a menor taxa de mortalidade infantil do Brasil. A cada 1 mil bebês nascidos vivos no estado, 10,1 morrem antes de completar 12 meses de vida. O índice considerado como aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, é de dez mortes para cada 1 mil nascimentos.

    Leia também: Para salvar vidas à distância

    O ranking elaborado pela Macroplan cruzou informações da mortalidade infantil com a expectativa de vida dos 26 estados e Distrito Federal para definir uma taxa de melhores condições de saúde no país. Quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho do local.

    Atrás de Santa Catarina, que encabeça o primeiro lugar com o índice máximo de 1, está o Rio Grande do Sul, com 0,931 e o Espírito Santo (ES), com 0,921.

    Expectativa de vida mais alta

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    No quadro nacional, a expectativa de vida tem avançado nos últimos anos. Em uma década (2004-2014), o brasileiro ganhou 3,5 anos a mais de vida. O Espírito Santo lidera no aumento da esperança de vida ao nascer – nesse período, os capixabas ganharam 4,6 anos a mais.

    Já no ranking geral, o Distrito Federal  e Espírito Santo aparecem em segundo e terceiro lugar na lista de onde se vive mais no Brasil. Em contrapartida, os habitantes do Maranhão têm a menor expectativa de vida do país, de 70 anos.

    Apesar dos avanços, a condição de saúde do Brasil ainda não é das melhores. Mesmo o nosso melhor desempenho, registrado em Santa Catarina, com 78,4 anos, fica atrás do índice da expectativa de vida no Chile, de 81,2 anos.

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    As menores taxas de mortalidade infantil

    De 2004 para 2014, a taxa de mortalidade infantil  no Brasil foi cortada de 18,7 para 15,7 para cada mil nascidos vivos. Roraima apresenta os números mais alarmantes. Por lá, o índice de bebês que morrem antes do primeiro aniversário é de 20,2 para cada mil nascidos vivos – mais que o dobro do que é considerado aceitável pela OMS. No saldo de dez anos (2004-2014), o estado foi o único em todo o país que não conseguiu reduzir a proporção de óbitos nessa faixa de idade.

    Veja abaixo o ranking dos estados:

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