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75% dos brasileiros têm dificuldade em obter atendimento médico

Levantamento global aponta ainda que obstáculos no acesso são maiores para minorias e portadores de doenças crônicas

Por Larissa Beani Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
26 jan 2025, 06h00 • Atualizado em 27 jan 2025, 10h58
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Barreiras no acesso à saúde cresceram em 2023, segundo índice internacional (Prostock-Studio/Getty Images)
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  • Três em cada cinco pessoas encontram alguma barreira ao acessar serviços de saúde ao redor do globo.

    É o que revela o Índice de Inclusão em Saúde, um levantamento realizado anualmente por especialistas britânicos e encomendado pela Haleon que se debruça sobre mais de 50 indicadores de infraestrutura, políticas públicas e empoderamento dos pacientes em 40 países.

    O ranking fechado de 2023, baseado em uma escala de notas de 0 a 100, registrou uma média mundial de 63 pontos — 5,7 abaixo do alcançado em 2022. A pesquisa também passou a considerar a experiência de acesso à saúde de 42 mil pessoas entrevistadas.

    “Talvez não seja surpreendente que essa inclusão tenha levado a algumas mudanças, por vezes bastante dramáticas, nas classificações em relação ao ano passado”, justificam as autoras do relatório do índice.

    Quer se cuidar, mas não consegue

    Sete em cada dez pessoas afirmam sentir-se empoderadas para zelar pela própria saúde. No entanto, na visão delas, os governos falham em criar estratégias para atender a todos.

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    Veja as barreiras:

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    Confira os principais resultados do índice (Editoria de arte/Veja Saúde)

    + Leia também: Afinal, diabetes tipo 1 é deficiência? Entenda veto de Lula à definição

    Brasil fica na média, com muito a evoluir

    O país do futebol foi um dos avaliados e teve uma performance mediana no ranking. A partir dos dados de 2023, o país obteve uma pontuação de 65,8 — mais de seis pontos a menos do que a de 2022.

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    Ainda assim, ficamos em 17º lugar, duas colocações acima do ano anterior, e somos líderes na América do Sul. Por aqui, três quartos da população relatam dificuldades no atendimento médico.

    A principal queixa, apontada por 56% dos respondentes, é a falta de disponibilidade para marcar consultas.

    Além disso, 28% afirmam que seus problemas e dores não são levados a sério pelos profissionais.

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