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Vem aí uma vacina contra chikungunya

Desenvolvido nos Estados Unidos, o imunizante foi altamente efetivo em animais e agora vai para as etapas finais de teste

Por Ana Luísa Moraes
16 fev 2017, 17h31 • Atualizado em 8 Maio 2023, 18h32
Vacina
Confira as principais mudanças anunciadas pelo Ministério da Saúde (Foto: GI/Getty Images)
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  • Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a previsão para 2017 é que o número de infectados pela doença aumente. O prognóstico parece certo: em janeiro, os casos triplicaram em Minas Gerais em relação ao mesmo mês de 2016. Apesar do crescimento, a boa notícia é que a vacina contra chikungunya está perto de virar realidade.

    Desenvolvida na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, ela já foi testada em camundongos e macacos. Nesses animais, protegeu completamente os bichos — os pesquisadores estão otimistas que a resposta nos humanos será similar.

    Para entender melhor o funcionamento da nova estratégia, é preciso entender antes os dois principais tipos de vacina. A atenuada usa o vírus vivo enfraquecido para desencadear a resposta imunitária, que é bem forte e costuma durar para o resto da vida. A desvantagem é que, como o agente infeccioso está ativo, existe uma chance mínima de a pessoa desenvolver o problema contra o qual pretendia se resguardar.

    Já as inativadas usam o “vírus morto”, mas não apresentam resposta tão potente como a outra. Isso acontece pelo uso de uma substância, a formalina, que degrada a ação da imunização.

    Dito isso, a vacina contra o chikungunya é baseada no vírus Eilat, que só afeta invertebrados. Como ele não pode atingir humanos, não precisa ser tratado com a formalina. “Formos surpreendidos ao ver que a imunogenicidade era bem maior do que esperávamos de uma vacina inativada”, disse Scott Weaver, líder do estudo, em comunicado.

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    Ou seja, essa vacina teria um alto poder de proteção, com efeitos colaterais mínimos. Agora é esperar para ver se os testes em humanos confirmam a boa nova.

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