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Depressão: qual médico ou especialista devo procurar?

Saiba onde buscar ajuda e com quem se consultar para diagnosticar essa doença e ter o melhor tratamento possível – é o psiquiatra, o psicólogo ou nenhum?

Por Theo Ruprecht Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
28 mar 2018, 16h00 • Atualizado em 9 set 2019, 14h49
Qual médico devo procurar para depressão?
Para tratar a depressão, antes é importante fazer o diagnóstico com um profissional adequado. (Foto: Alex Silva/A2 Estúdio)
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  • A depressão é tratada principalmente por médicos e psicólogos. No entanto, o ideal é procurar um psiquiatra (médico com foco em transtornos mentais) para que ele diagnostique o problema e sua severidade e, então, recomende os tratamentos mais adequados para cada caso.

    Como saber se eu tenho depressão

    Há sintomas suspeitos, como cansaço extremo, fraqueza, irritabilidade, angústia, tristeza, falta de interesse por atividades que antes davam prazer, pensamentos negativos ou que envolvem a morte e até disfunção sexual. E ainda existem testes e questionários.

    Mas só uma avaliação apurada do médico de fato vai diagnosticar a depressão e diferenciá-la de outros problemas. Nesse sentido, o psiquiatra é o melhor especialista, porque está habituado a lidar com esse distúrbio no seu dia a dia.

    No entanto, é possível que, durante sessões de psicoterapia, o psicólogo perceba a presença da depressão.

    Quando procurar a ajuda do médico? Em especial nos momentos que sentir que os sintomas acima – e tantos outros – estão afetando sua vida, parecem não ir embora ou surgem sem motivo aparente. Depressão não é frescura.

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    E quem faz o tratamento

    Em geral, os especialistas mais importantes são o psiquiatra e o psicólogo. Enquanto o primeiro ajuda, entre outras coisas, com antidepressivos e outros remédios, o segundo trabalha, via de regra, com sessões de psicoterapia. Esses encontros podem ajudar a descobrir as causas psíquicas por trás da doença e auxiliar a desmontá-las.

    No mais, questões secundárias podem ser lidadas com outros experts. Um nutricionista, por exemplo, contra-ataca eventuais compulsões alimentares ou, por outro lado, enfrenta a falta de vontade de comer.

    Um médico do sono, por sua vez, contribuiria para melhorar a qualidade das horas dormidas. E um profissional de educação física pode ajustar o ritmo e a frequência de exercícios físicos, que contribuem para dar ânimo e bem-estar.

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