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4 dicas de ouro para preparar frango de um jeito mais saudável e saboroso

Cozinhar por completo e priorizar cortes magros são maneiras de potencializar os efeitos dessa proteína para o seu corpo, sem correr riscos

Por Maurício Brum 20 jun 2025, 15h45 | Atualizado em 5 jun 2026, 06h35
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Peito de frango é opção saudável para garantir proteínas na dieta (Philippe Zuber/Unsplash)
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4 dicas de ouro para preparar frango de um jeito mais saudável e saboroso Priorizar nos meus resultados Google

A carne de frango é uma das opções mais procuradas de proteína animal por quem tenta comer com mais saúde. Rica em proteínas e com poucas gorduras quando comparada a outras opções (além de relativamente mais barata), ela é uma forma fácil de bater suas metas nutricionais sem abrir mão de algum tipo de carne.

Mas, apesar de ser uma opção recorrente, muita gente ainda tropeça na hora de garantir que essa carne seja preparada de forma saudável.

Confira algumas dicas para garantir que seu frango trará o máximo de vantagens à saúde.

Priorize cortes (e preparos) magros

Vale deixar claro logo de cara que não estamos falando de sabor, que muitas vezes é mais apreciado em pedaços mais gordurosos.

Se a sua ideia é garantir uma carne mais saudável, é preciso ir para o lado oposto. Evite partes do frango conhecidas pela presença de mais gordura ou que estejam recobertas de pele, como coxas ou sobrecoxas.

O caminho para potencializar as proteínas e reduzir as gorduras é investir no filé de peito mesmo, e você pode até cortar fora os pedacinhos de gordura que ainda restarem.

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Do mesmo modo, a forma como você prepara o frango influencia na presença de gorduras e calorias. O ideal é consumi-lo assado ou fervido, deixando de lado o frango frito ou empanado.

+Leia também: Frango é carne vermelha?

Não lave o frango

Muita gente ainda cai na lenda de que lavar o frango ajuda de alguma forma na hora de eliminar micro-organismos danosos à saúde. É bobagem: esse hábito nada faz para eliminá-los e, ao contrário, pode acabar jogando contra o seu bem-estar, ao espalhar os próprios micróbios pela cozinha, podendo gerar casos de contaminação cruzada.

Sim, há micro-organismos na carne de frango, mas isso é normal. A maneira correta de eliminá-los é cozinhando a carne, para matá-los.

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Para atestar a segurança alimentar da carne crua, confie nos seus sentidos: o cheiro e a cor dão indícios de que ela está apta para o consumo. Não há solução para uma carne estragada; caso isso tenha acontecido, infelizmente o único jeito é descartá-la.

Cozinhe bem

Se você quer proteger a sua saúde, não existe “frango mal passado”. Você até pode comer uma carne vermelha dessa forma, porque os micro-organismos danosos à saúde se concentram na superfície e são eliminados quando o exterior é assado adequadamente.

Com o frango, porém, as características da carne não permitem isso: por ser muito mais poroso, esse tipo de carne acaba possibilitando que bactérias como a Salmonella e outros micróbios penetrem mais profundamente. Ou seja: é preciso cozinhar a carne por completo para garantir que todos sejam devidamente eliminados.

Não fazer isso pode levar a casos de intoxicação alimentar e contaminação por parasitas.

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Varie nos temperos

O frango é uma carne de sabor suave, por isso combina com os mais diversos tipos de tempero. Para sair da mesmice com o peito de frango, é possível mariná-lo com diversas combinações: mel e mostarda, limão e alho, shoyu e gengibre, laranja e alecrim, páprica, curry. Use e abuse da criatividade.

Essa prática, além de deixar a comida mais saborosa e diversa, tem duas vantagens. Primeiro, é um jeito de fugir dos temperos prontos e do excesso de sal, que são uma armadilha para a saúde em longo prazo. Segundo, ajuda a adicionar mais nutrientes na dieta, ao acrescentar mais ervas e especiarias no prato.

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