🔥 Mês do Cliente: Assine o Digital por R$ 9,90/mês e tenha conteúdo exclusivo na palma da sua mão!

Coqueluche: vacine-se para proteger seu bebê

Conheça a estratégia eficaz, conhecida como cocoon, que visa imunizar os familiares para evitar a transmissão da coqueluche a crianças

Por Redação M de Mulher 4 mar 2012, 22h00 | Atualizado em 27 out 2016, 20h00
Reportagem: Caroline Randmer - Edição: MdeMulher
Reportagem: Caroline Randmer - Edição: MdeMulher (/)
Continua após publicidade
Coqueluche: vacine-se para proteger seu bebê Priorizar nos meus resultados Google

Entenda melhor os problemas que Bordetella pertussis causa no organismo infantil
Foto: Getty Images


É como se fosse uma bomba-relógio programada para explodir a cada meia década. Assim se comporta a coqueluche, uma doença respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis e que tem predileção pelos bebês. “A cada quatro ou cinco anos o número de casos dispara. Estamos vivendo agora esse momento do ciclo epidemiológico”, elucida a infectologista pediátrica Melissa Palmieri.

Para proteger os pequenos contra essa ameaça, o usual é aplicar cinco doses da vacina que blinda o organismo infantil contra o micro-organismo – são três doses iniciais e outras duas depois para reforçar o sistema imune. Mas seu efeito defensivo cai pela metade dez anos após a última injeção. Ou seja, é mais pólvora para fomentar a incidência explosiva do problema, que pode ser transmitido de pai para filho.

Continua após a publicidade

Felizmente, para deixar as defesas do corpo em dia, basta adicionar à cartela de vacinação mais um encontro com a seringa – dessa vez, no entanto, a cada intervalo de dez anos. A sugestão desse repeteco, trazida ao Brasil pelo laboratório farmacêutico Sanofi Pasteur, é essencial, já que essa infecção não discrimina idade. Alagoas, Bahia e São Paulo, por exemplo, são estados que mostram já há algum tempo uma tendência crescente de pessoas infectadas em todas as faixas etárias.

Radiografia do imunizante

A vacina é líquida e produzida com apenas fragmentos da Bordetella pertussis, o que a torna mais segura. Está disponível na rede particular por aproximadamente R$ 100*. A dose também reforça a proteção contra difteria, tétano e poliomielite. Geralmente é prescrita por infectologistas, pediatras e clínicos gerais. Sua eficácia é de mais de 95% e pode ser realizada com outras vacinas sem nenhum risco.

Os sintomas mais comuns da Coqueluche

· Tosse por períodos prolongados

· Espasmos

· Guinchos respiratórios

Continua após a publicidade

· Vômitos

· Coloração azulada da pele devido à falta de oxigênio

· Suor

· Febre

· Convulsões

O que acontece no corpo da criança

A Bordetella pertussis faz o maior estrago quando passa a viver no organismo infantil. Entenda melhor os problemas que ela causa ao passear por onde não deveria

Continua após a publicidade

1. Quando a doença dá as caras

A bactéria é transmitida através de gotículas infectadas provenientes de quem está doente. Isso pode ocorrer via espirro, tosse ou até uma conversa mais próxima. A boa notícia é que não é preciso se preocupar com objetos pessoais, já que a vilã não sobrevive por muito tempo fora do corpo humano.

2. Hora da multiplicação

Ela entra pelas vias respiratórias e se instala no nariz e na faringe. Assim que se estabelece, começa a migrar e colonizar outras áreas, como a traqueia e o pulmão.

3. Respiração carregada

Continua após a publicidade

Ao longo do caminho, o micro-organismo produz e libera uma substância tóxica que paralisa os cílios das células responsáveis por expulsar o muco do corpo. A secreção começa a se acumular e aparece aquela famosa sensação de chiado no peito. O pior dos cenários é o aparecimento de uma pneumonia.

4. Troca de gases interrompida

Quando essa toxina atinge os brônquios, ativa um processo inflamatório na região. Aí, os tubos que levam e trazem o ar dos pulmões incham e o oxigênio fica sem espaço para circular.

5. Cérebro faminto

Mas não é só o pulmão que sofre com isso. Quando os brônquios entopem, a massa cinzenta acaba sendo privada do gás indispensável para a nossa sobrevivência. O resultado? Sequelas motoras e até mentais.

Continua após a publicidade

*Preço pesquisado em janeiro de 2012

Publicidade
TAGS:

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em amarelo e branco: O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo uma página de notícias com imagens de produtos e um ícone de árvore verde ao ladoMão segurando um smartphone branco com a tela exibindo um aplicativo de notícias, ao lado do texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua em fundo verde-escuro, com um ícone de árvore no canto superior direito
ECONOMIZE ATÉ 87% OFF

Digital Básico

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
De: R$ 29,99/mês
A partir de R$ 10,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).