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Concentrado, isolado, hidrolisado: qual é o melhor whey protein?

Queridinho dos frequentadores da academia, whey protein não é tudo igual – cada versão se adapta melhor a variadas necessidades nutricionais

Por Valentina Bressan 19 nov 2024, 15h00 | Atualizado em 5 jun 2026, 00h06
whey-protein
Intensidade dos treinos, idade, sexo e condições de saúde devem entrar na conta na hora de escolher um suplemento esportivo (Drobotdean/Freepik)
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Concentrado,  isolado, hidrolisado: qual é o melhor whey protein? Priorizar nos meus resultados Google

Não é novidade que, quando se fala em suplementos esportivos, o whey protein reina em popularidade. A proteína do soro do leite serve para quem busca aumentar a massa muscular e se recuperar melhor após os treinos.

Junto da creatina, as proteínas são as mais suplementadas entre os brasileiros, especialmente aqueles que frequentam academias e querem melhorar seus resultados.

Mas, além da indicação médica ser necessária para esclarecer qual o melhor tipo de suplemento para cada pessoa, não vale comprar o primeiro whey encontrado nas prateleiras: existem diferentes versões, com efeitos distintos sobre o organismo. 

Conheça os tipos de whey protein a seguir e saiba qual se encaixa melhor na sua rotina. 

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Quais são os tipos de whey protein?

Além das variações entre marcas, existem três diferentes tipos básicos de whey protein. A principal variação é a quantidade de proteínas, mas os modos de processamento também diferem.

Concentrado

O whey protein concentrado é o mais utilizado devido ao seu custo-benefício: é o tipo mais barato encontrado no mercado. Entretanto, é aquele que apresente os menores percentuais de proteínas – o índice proteico pode variar entre 29% e 89%.

Com menores taxas de proteína, mais gordura e lactose vêm no produto. Por isso, essa versão não é recomendada para pessoas com intolerância à lactose.

Isolado

Considerada a forma mais pura de whey protein, a versão isolada possui 90% ou mais de proteína na composição. A principal diferença do tipo concentrado para o isolado é justamente esta, a maior quantidade de proteínas.

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Como o whey protein isolado conta com menores taxas de lactose, pode ser consumido por pessoas com intolerância à lactose. É a versão mais recomendada devido à sua pureza – são mais proteínas em menos quantidade de produto. 

Hidrolisado

A versão hidrolisada do whey passa por um processo químico que torna a proteína parcialmente fragmentada. Assim, a absorção das proteínas pelo organismo é facilitada

O produto é indicado principalmente para quem tem dificuldades de digestão. Entretanto, como a fabricação exige maior quantidade de ingredientes, o whey hidrolisado pode contar uma porção significativa de maltodextrina, um tipo de carboidrato, o que pode levar a ganho de peso.

+Leia também: ABC dos suplementos esportivos: quais existem e quais devo usar no treino?

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Escolhendo um whey seguro

Em geral, utilizando a dose indicada pelo nutricionista e escolhendo um bom produto, o consumo do whey protein deve ser seguro. O excesso de proteínas pode causar danos aos rins e ao fígado, bem como levar a um aumento de peso indesejado, por isso, siga as doses recomendadas para sua rotina. 

Outro risco é consumir um produto de má qualidade: uma dica para driblar esse problema é buscar produtos com selo GMP, de boas práticas de fabricação.

Regularmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publica tabelas com registro de produtos comercializados irregularmente. A Associação Brasileira de Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri) também divulga análises quanto à pureza dos suplementos.

Quando usar whey protein?

Isso vale para todos os suplementos alimentares: como o nome diz, a proposta destes produtos é suplementar algo que a alimentação não forneceu. Ou seja, a primeira abordagem na hora de buscar melhores resultados nos exercícios físicos é adaptar a dieta

Caso a via da alimentação não dê conta da quantidade de proteínas necessárias, por exemplo, a suplementação pode ser uma boa medida – e o whey protein é o suplemento proteico mais utilizado. 

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Também vale utilizar suplementos pela praticidade. Se você precisa consumir algum nutriente no momento imediatamente anterior ao treino mas não tem como fazer uma refeição naquela hora, o suplemento é uma boa ideia. 

O alerta geral é não utilizar suplementos por conta própria. Busque orientação de médicos e nutricionistas. Assim, além de ficar mais seguro, você terá indicações que serão mais efetivas para sua vida.

A idade, o sexo, a intensidade dos treinos, e questões de saúde – como diabetes, hipertensão ou problemas cardiovasculares – influenciam na hora de selecionar uma suplementação. Também podem ocorrer alergias ou interação com medicamentos utilizados. 

Alternativas ao whey

A albumina é uma proteína com bom custo benefício. Como é feita da proteína do ovo, pode ser usada por pessoas intolerantes à lactose. A desvantagem é um efeito colateral que pode ser incômodo: a geração de gases intestinais. 

A caseína é outra opção: também é uma proteína do leite, como o whey, mas tem um perfil de absorção mais lento. Para vegetarianos ou veganos, a proteína isolada de soja ou de ervilha podem ser recomendadas.

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