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Conexão: você se considera uma pessoa sedentária?

Perguntamos aos nossos leitores como anda o nível de movimentação deles no dia a dia

Por Da Redação
21 dez 2024, 07h30 •
sedentarismo
Males do sedentarismo não são combatidos com apenas algumas sessões de exercício na semana  (Foto: Deagreez/Getty images/Veja Saúde)
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  • A última enquete teve como resultado quase um empate técnico. Pouco mais da metade (55%) dos nossos respondentes afirmaram ser sedentários, enquanto 45% se consideram fisicamente ativos.

    O dado é bem parecido com o da última edição do inquérito realizado por telefone pelo Ministério da Saúde, o Vigitel, que mostrou que 60% dos brasileiros não se movimentam o suficiente. A saber, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda entre 150 e 300 minutos de atividades físicas moderadas ou intensas semanalmente.

    Mas, atenção, isso não basta para conter os danos de passar boa parte da vida sentado. Os estudos mostram que as longas horas na cadeira ou no sofá aumentam o risco de diversas doenças e até de morrer mais cedo, inclusive entre quem treina alguns dias na semana.

    É por isso que hoje se fala em comportamento sedentário. O que a ciência recomenda é uma postura mais ativa também ao longo do dia.

    sedentarismo-enquete
    (Foto: Deagreez/Getty images Gráfico: Editoria de arte/Veja Saúde/Veja Saúde)
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    Palavra do leitor

    Parabéns pela matéria de capa! Tempo sentado é o novo cigarro. Precisamos propagar a importância de sermos naturalmente ativos para
    prevenção de doenças crônicas. Destaque merecido!
    Diandro Mota, via Instagram, sobre a reportagem Horas Sentado, Anos Perdidos

    Que pauta maravilhosa essa da capa! Útil e extremamente esclarecedora. Eu sou uma sortuda que nunca foi sedentária, mas sei que essa
    não é a realidade da maioria.
    Cida Amora, via Instagram, sobre a mesma reportagem

    A incapacidade que alguns têm de conviver com a diversidade dá uma sensação de que fracassamos como sociedade. Enquanto uma simples forma de amar for repudiada e vista como algo a se tratar e eliminar, feito uma doença, a humanidade, infelizmente, não vai evoluir. Temas assim devem estar cada vez mais presentes na mídia, de modo a conscientizar e alertar a população para que nenhum passo seja dado para trás. Respeito sempre!
    Dayane Nogueira de Almeida, por e-mail, sobre o conteúdo Terapias de Traumatização, que trata de táticas sem fundamento para “converter” pessoas LGBTQIA+

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    Bora malhar? Confira conteúdos sobre exercícios no nosso portal

    Quem quer sair do sedentarismo costuma buscar uma academia. E se deparar com um monte de nomes difíceis na ficha de treino montada
    pelo professor.

    Afinal, o que é tríceps pulley? E agachamento búlgaro? E como diachos se executa um levantamento terra? Pois o time de VEJA SAÚDE
    está produzindo uma série de conteúdos sobre os principais exercícios presentes em sessões de iniciantes ou ratos de academia.

    Neles, você encontra informações sobre a execução dos movimentos, os principais músculos envolvidos e benefícios. E tem também cuidados para evitar lesões e dicas para alcançar resultados específicos, como as melhores táticas para os glúteos, os mais variados tipos de abdominais, as modalidades que ajudam a perder barriga, e por aí vai.

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    Só vale o recado: informação ajuda, mas nunca deve substituir a orientação personalizada de um profissional de educação física nem o check-up médico antes de começar.

    Siga VEJA SAÚDE no Instagram

    Redes sociais têm seus senões, mas são uma ótima maneira de consumir conteúdo de um jeito rápido e prático. O duro é encontrar perfis de confiança no meio de tanta desinformação.

    Pois conte com nossa curadoria no Instagram para destrinchar polêmicas que vira e mexe surgem online e obter informações confiáveis para prevenir e tratar doenças.

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    Ainda trazemos vídeos com especialistas em medicina, nutrição, bem-estar mental… Clique aqui para seguir.

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