Oferta Relâmpago: Saúde em casa por 9,90

3 mitos sobre o DIU

Estamos falando de um dos métodos anticoncepcionais mais eficazes, mas que ainda é visto com desconfiança pela maioria das mulheres

Por Karolina Bergamo 17 out 2016, 10h51 | Atualizado em 11 dez 2017, 14h30
Anticoncepcional DIU como usar grávidas
Esse dispositivo ainda é cercado de falsas impressões... (Foto: Bruno Marçal/SAÚDE é Vital)
Continua após publicidade

Dispositivos anticoncepcionais intrauterinos: daí vem a sigla DIU. Para quem nunca ouviu falar, trata-se de um método reversível de longa duração — seu efeito se estende de cinco a dez anos. São dois tipos: o de cobre, sem hormônio, e o com progesterona.

Embora tenham vantagens consideráveis – são uma opção para quem, por exemplo, precisa evitar a pílula ou quer uma solução mais prolongada – vêm carregados de mitos que o afastam da população. Desmistificamos alguns na sequência:

[abril-veja-tambem]W3siaWQiOjI1MjExLCJ0aXRsZSI6Ik1pbmlzdCYjeEU5O3JpbyBhbXBsaWEgYWNlc3NvIGFvIGNvbnRyYWNlcHRpdm8gRElVIG5vIFNVUyJ9XQ==[/abril-veja-tambem]

1- Quem nunca teve filho não pode usar o DIU

Isso não é verdade. “O DIU não está associado à infertilidade, nem atrapalha uma futura gravidez”, assegura o ginecologista Agnaldo Lopes Silva Filho, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Segundo o médico, depois de retirá-lo, dá para conceber um bebê imediatamente.

2 – DIU elimina completamente o risco de gravidez

Apesar de ser um dos métodos mais eficazes atualmente, não elimina 100% a probabilidade de engravidar — assim como nenhum dos métodos existentes. Quem utiliza a versão de cobre corre um risco de 0,8% enquanto a versão com hormônios baixa essa taxa para 0,2%. O diferencial é que, ao contrário das pílulas, o DIU não depende da memória das usuárias para funcionar direito.

Continua após a publicidade

3 – A mulher que usa DIU está mais sujeita a infecções

“Existe um tabu porque, no passado, o método aumentava o risco de doença pélvica inflamatória. Mas hoje em dia isso não ocorre”, explica Lopes. Se não houver nenhuma condição preexistente, os riscos são mínimos. Estudos indicam que 7 em cada 100 mulheres podem vir a apresentar problemas como rejeição ao DIU — que afinal de contas, não deixa de ser um corpo estranho inserido no útero.

[abril-veja-tambem]W3siaWQiOjE4OTYyLCJ0aXRsZSI6IjkgcGVyZ3VudGFzIHF1ZSBhcyBtdWxoZXJlcyBkZXZlbSBmYXplciBhbyBnaW5lY29sb2dpc3RhIn0seyJpZCI6MTQ0MTEsInRpdGxlIjoiVHVkbyBzb2JyZSBvIERJVSJ9LHsiaWQiOjE0NTIsInRpdGxlIjoiNyBwZXJndW50YXMgZSByZXNwb3N0YXMgc29icmUgYSBwJiN4RUQ7bHVsYSBkbyBkaWEgc2VndWludGUifV0=[/abril-veja-tambem]

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

OFERTA RELÂMPAGO

Digital Completo

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 52% OFF

Revista em Casa + Digital Completo

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).