Oferta Relâmpago: Saúde em casa por 9,90

As regras do jogo: como superar o movimento antivacina?

A edição de maio de VEJA SAÚDE explora os efeitos colaterais que as pessoas relamente precisam conhecer sobre as vacinas

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 Maio 2026, 14h00
vacinas-efeitos-colaterais
Novos benefícios da vacinação são tema da nova reportagem de capa da VEJA SAÚDE (Estúdio Tigre/Veja Saúde)
Continua após publicidade

Quando eu comecei a ler a reportagem de capa desta edição, assinada pela jornalista Larissa Beani, tomei um susto. Estaria nossa seriíssima repórter se vendendo para a máfia dos charlatões e pregando terapias milagrosas sem nenhum respaldo científico? 

É claro que o susto logo passou, pois, como você verá, nossa intrépida e ética profissional se valeu de uma ironia, buscando mimetizar o tom dos picaretas que operam na feira da cura da internet para tentar convencer nosso leitor a se embrenhar em um novo e impactante capítulo na história das vacinas

Vacinas são um dos pilares inegociáveis da saúde pública moderna — protegem você, sua família e o mundo de forma segura e eficiente, como comprova um alfarrábio de estudos. Ainda assim, é um assunto rejeitado ou negligenciado por boa parte da sociedade. 

Tem gente que acha que as picadas se resumem à infância. Outros defendem que elas fazem mal! E há quem simplesmente se esqueça de tomar… Até que uma infecção bata à porta e leve o sujeito a outra porta, a do hospital.

Nesse contexto, ouvimos as pregações nas redes sociais dos mercadores da dúvida e da negação das vacinas, indivíduos com ou sem formação na área que pisam nas evidências e lucram com pretensas alternativas mais saudáveis à vacinação — tudo obviamente sem um pingo de pesquisa por trás. Só que a retórica deles é sedutora, e convence os seguidores desavisados ou em dúvida.

Continua após a publicidade

E é impressionante: na lógica dos algoritmos que regem as plataformas, essa turma consegue, com frequência, ter mais audiência que as instituições sérias, que especialistas que dedicam uma vida a esse campo da medicina, que jornalistas queimando neurônios e calorias para entregar reportagens idôneas ancoradas na ciência.

Será que teríamos que pegar emprestadas as estratégias dessas figuras que promovem a narrativa antivacina e outros absurdos? Usar as armas do mal para o bem? É uma discussão e tanto.

Nas minhas palestras sobre comunicação em saúde, costumo dizer que o jornalismo teria de se equilibrar numa espécie de cabo de guerra. De um lado, temos a ciência pura, e, se cairmos aqui, ficaremos reféns de um tecnicismo improdutivo. Do outro, temos o sensacionalismo, que só prejudica o debate público e os cidadãos.

Continua após a publicidade

Talvez tenhamos que encontrar um meio-termo — o equilíbrio na corda em disputa. No entanto, a lei instaurada por Instagram, TikTok, Google e companhia nos faz repensar as táticas para fisgar quem vive na aldeia global e virtual — e penso que nossa capa, enfatizando os “efeitos colaterais” das vacinas, é um exercício nascido desse dilema.

O que jamais faremos é abrir mão dos princípios que norteiam o trabalho que você encontrará após abrir a revista ou clicar em nosso conteúdo: ética, excelência e compromisso com a verdade. 

Levamos os troféus

premio-abril-veja-saude
Victoria Ribeiro (VEJA), Paula Felix (VEJA), Chloé Pinheiro, Larissa Beani, Ingrid Luisa, Leticia Raposo e Diogo Sponciato (Editora Abril/Divulgação)
Continua após a publicidade

No retorno do tradicional Prêmio Abril de Jornalismo, que reverencia os melhores trabalhos da maior editora do país, VEJA SAÚDE ganhou quatro indicações e dois títulos. 

Fomos os vencedores nas categorias Saúde e Longevidade, com as reportagens de capa sobre a febre dos hormônios e os avanços contra o Alzheimer — capitaneadas, respectivamente, por Chloé Pinheiro e Larissa Beani —, e ficamos entre os finalistas na categoria Fitness, com nosso especial sobre corrida, de Ingrid Luisa, e na categoria Saúde, com a reportagem sobre câncer em jovens, também de Larissa Beani. 

Todas com o suporte especial da nossa dupla imbatível de arte, Laura Luduvig e Letícia Raposo.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

OFERTA RELÂMPAGO

Digital Completo

Sua saúde merece prioridade!
Com a Veja Saúde Digital , você tem acesso imediato a pesquisas, dicas práticas, prevenção e novidades da medicina — direto no celular, tablet ou computador.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 52% OFF

Revista em Casa + Digital Completo

Receba Veja Saúde impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 12,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).