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Minha queda de cabelo é genética? Entenda os motivos para a perda dos fios

Não existe cura para a alopecia genética, mas os tratamentos disponíveis atualmente são muito eficazes

Por Vivian Bassi Guerreiro, dermatologista da Brazil Health*
Atualizado em 14 mar 2025, 15h15 - Publicado em 14 mar 2025, 14h14
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Muitos fatores podem levar à queda de cabelo (Marc Romanelli/Getty Images)
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A queda de cabelo pode estar relacionada a diversos fatores, mas a genética é a causa mais comum.

Também chamada de alopecia androgenética nos homens e, mais recentemente, de alopecia de padrão feminino nas mulheres, essa condição ocorre devido a uma maior sensibilidade dos folículos capilares ao hormônio di-hidrotestosterona (DHT). O DHT provoca a miniaturização dos fios, tornando-os mais finos e frágeis.

A alopecia genética pode ser herdada tanto do pai quanto da mãe. Ela possui um padrão poligênico, ou seja, é influenciada por vários genes, que podem vir de ambos os lados da família.

Quanto mais próximo o parentesco (pais, avós, tios), maior a chance de desenvolver a condição.

Apesar da causa genética ser a mais comum, diversos fatores podem contribuir para a queda capilar, como:

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Alterações hormonais;
• Deficiências nutricionais;
• Uso de medicações;
Estresse físico e emocional;
• Doenças específicas do couro cabeludo;
Hábitos inadequados no cuidado com o cabelo.

Como identificar e tratar a alopecia

Na alopecia genética, além da queda, o que realmente ocorre é o afinamento progressivo dos fios, sempre seguindo um padrão específico, tanto em homens quanto em mulheres.

Nos homens, a perda de cabelo geralmente se inicia na região frontal do couro cabeludo, formando as conhecidas “entradas”, podendo surgir em qualquer idade.

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Não existe cura para a alopecia androgenética, mas, atualmente, os tratamentos são bastante eficazes, focando na manutenção da maior quantidade possível de fios, na estimulação do crescimento e na desaceleração da queda.

O mais importante para um tratamento adequado é determinar a causa da queda de cabelo. Esse diagnóstico é realizado pelo médico dermatologista por meio de uma anamnese detalhada, exames laboratoriais, exames de imagem e, quando necessário, biópsia do couro cabeludo.

Com um diagnóstico preciso, os tratamentos podem ser direcionados corretamente. Os mais utilizados são:

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• Shampoos específicos;
• Loções tônicas;
• Medicações antiandrogênicas (reduzem a ação do DHT nos folículos capilares);
• Medicamentos para estimular o crescimento dos fios;
Suplementação vitamínica;
• Laser e microagulhamento;
• Mesoterapia capilar;
Transplante capilar.

Procure um dermatologista o quanto antes, pois cada fio perdido pode não voltar a crescer – e um dia poderá fazer falta.

*Vivian Bassi Guerreiro é dermatologista 

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(Este texto foi produzido em uma parceria exclusiva entre VEJA SAÚDE e Brazil Health)

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