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Novo medicamento contra o Alzheimer chega ao Brasil

Droga é voltada a estágios iniciais e promete ser o primeiro a mudar o curso de evolução da doença

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
16 Maio 2025, 14h00 • Atualizado em 16 Maio 2025, 14h56
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Novo medicamento enriquece o leque de opções de médicos e pacientes (Foto: Issarawat Tattong/Getty Images/Veja Saúde)
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  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar o primeiro remédio com potencial de interferir na causa do Alzheimer, impedindo a destruição dos neurônios que leva ao colapso cognitivo.

    O donanemabe é um anticorpo monoclonal injetável indicado a casos de comprometimento cognitivo leve ou estágio inicial da demência.

    Desenvolvido pelo laboratório Eli Lilly, ele busca impedir o acúmulo de placas beta-amiloide no cérebro, um dos fatores por trás da doença neurodegenerativa.

    Um dos estudos com a droga evidenciou que ela retarda em 35% a evolução do quadro, que é progressivo.

    “Estamos entrando em uma nova era no tratamento, um momento que inspira empolgação, mas também exige cautela e responsabilidade”, avalia a neurologista Claudia Ramos, professora da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS).

    Isso porque o remédio tem efeitos colaterais que exigem acompanhamento e só deve ser prescrito após exames específicos.

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    + Leia também: Demência: quanto tempo de vida existe após o diagnóstico?

    Como ele será usado?

    O donanemabe, de nome comercial Kisunla, é uma medicação intravenosa aplicada uma vez por mês em centros de infusão.

    Por ora, sua indicação se restringirá a pacientes que, por meio de um exame de líquor, confirmarem a presença de proteínas beta-amiloide no sistema nervoso.

    A medicação exige monitoramento junto ao médico por ter reações adversas como dores de cabeça e sangramentos cerebrais.

    + Leia também: Demência não é tudo igual: saiba quais tipos existem e como diagnosticar

    O arsenal hoje

    A novidade enriquece o leque de opções de médicos e pacientes, veja alguns exemplos.

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    Risvatigmina e afins

    São remédios que inibem uma enzima que degrada neurotransmissores ligados à memória. Reduzem a evolução dos sintomas.

    Memantina e afins

    São medicações que atuam em algumas vias cerebrais e buscam também mitigar as manifestações da doença — sem interferir na causa.

    Outros fármacos

    Pessoas com Alzheimer costumam ter distúrbios comportamentais e psiquiátricos, como agitação e insônia, que podem ser medicados.

    Multiterapia

    Uma abordagem interdisciplinar, com psicólogo, nutricionista e terapeuta ocupacional, ajuda a lidar com os desafios.

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