Novo arsenal contra a dermatite atópica
Medicamentos melhoram qualidade de vida, mas acesso aos avanços ainda é um desafio
Marcada por lesões e coceira na pele, a dermatite atópica é uma inflamação crônica ainda sem causa 100% definida. Isso, porém, não impediu a ciência de criar tratamentos bem-sucedidos, capazes de aliviar até casos graves.
Medicamentos da classe dos inibidores das enzimas JAK, com aprovação recente pela Anvisa, vêm se somar a anticorpos monoclonais para alavancar o controle da doença.
“Eles agem de forma ampla, inibindo a formação de substâncias inflamatórias. É como se apagassem o fogo”, explica Roberto Takaoka, dermatologista do Hospital das Clínicas de São Paulo.
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A diminuição dos sintomas, no entanto, ainda está atrelada a um alto custo: as medicações custam de 2 mil a 10 mil reais e não estão no SUS. Isso faz com que a maior parte das famílias entre na Justiça para ter acesso a elas.
Atualmente, está sob consulta pública o primeiro Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para dermatite atópica no SUS. O documento deve consolidar o tratamento na rede pública.






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