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O que é choque hipovolêmico, quadro grave que pode levar à morte

Emergência médica consiste na diminuição do volume de sangue no corpo e é causada por acidentes e desidratação intensa

Por Valentina Bressan 22 ago 2024, 14h07 • Atualizado em 22 ago 2024, 14h08
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Perda de sangue e fluidos do organismo leva a uma falta de oxigenação (stefamerpik/Freepik)
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  • Um “choque” é uma emergência médica ligada à falta repentina de fornecimento de sangue aos tecidos do organismo. O choque hipovolêmico é causado pelo volume insuficiente de sangue disponível – o nome já explica: “hipo” refere-se a pouco, enquanto “volemia” é um termo para a quantidade de sangue circulando no corpo.

    A condição pode ser fatal, já que o sangue é responsável por transportar oxigênio para as células. Quando os órgãos não são irrigados adequadamente, pode ocorrer parada cardíaca e falência múltipla de órgãos.

    O que causa choque hipovolêmico?

    As causas mais comuns para a redução drástica nos líquidos do organismo são os traumas: acidentes de trânsito, quedas ou perfurações profundas. Esse tipo de ferimento pode levar a sangramento intenso e hemorragia interna.

    A perda de sangue também está relacionada ao parto e a outros procedimentos invasivos que podem desencadear sangramentos excessivos. Há ainda causas não relacionadas a hemorragias.

    O choque hipovolêmico pode ser provocado por perdas gastrointestinais de líquidos – como ocorre quando há diarreias graves ou gastroenterite. Esses quadros são mais comuns entre crianças. Queimaduras graves são outro fator que pode levar à desidratação extrema e perda de líquidos.

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    +Leia também: Diarreia em crianças: quando os pais devem se preocupar?

    A perda de líquidos pode causar sintomas como náusea, vômito, cansaço, tontura e confusão mental. A pessoa em choque hipovolêmico pode apresentar lábios azulados e pele fria, pegajosa e pálida. O choque também pode ser identificado por uma redução na pressão arterial.

    Quais os primeiros socorros para casos de choque hipovolêmico?

    Em casos de acidentes ou traumas, o primeiro passo é deixar a pessoa deitada e imóvel até que uma ambulância atenda a emergência.

    Massagem cardíaca pode ser necessária se não houver pulsação. Se a pessoa vomitar, tome cuidado para que ela não se engasgue – o ideal é deixar a cabeça de lado, desde que não haja suspeita de lesão na coluna.

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    Na emergência médica, duas medidas são necessárias para conter o choque hipovolêmico: tratar a causa do sangramento e repor sangue e líquidos. Se a causa for um corte profundo, por exemplo, a ferida deverá ser estancada. Transfusão de sangue e uso de soro intravenoso são outro passo para restaurar o equilíbrio de líquidos no corpo.

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