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Perimenopausa: o que é, quanto tempo dura e o que fazer

Fase que antecede a menopausa propriamente dita marca transição para o fim da vida reprodutiva e pode causar sintomas por vários anos

Por Maurício Brum 21 jan 2025, 14h00 | Atualizado em 5 jun 2026, 06h29
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Idade, ausência de menstruação por um ano e relato dos sintomas costumam ser suficientes para diagnosticar a menopausa antes de qualquer exame (Freepik/Freepik)
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Perimenopausa: o que é, quanto tempo dura e o que fazer Priorizar nos meus resultados Google

A perimenopausa é o momento em que o corpo feminino começa a se aproximar da menopausa, mas ainda não chegou lá. Por isso, também costuma ser chamada de pré-menopausa.

Uma fase de transição por vezes colocada sob o termo guarda-chuva climatério, esse período é caracterizado pelo início de mudanças hormonais que vão levar à conclusão do período reprodutivo.

É quando os sintomas tipicamente associados à iminência da menopausa começam a aparecer, mas a menstruação e a capacidade de engravidar ainda existem.

+ Leia também: Conheça 4 exames que ajudam a identificar a menopausa

Quais os sintomas da perimenopausa?

A perimenopausa provoca sintomas físicos e emocionais relacionados às alterações hormonais. Na prática, começa a haver uma deficiência na produção de alguns hormônios, com destaque para o estrogênio.

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Essas mudanças levam a sintomas que o senso comum associa à menopausa, mas na verdade ocorrem durante esse período anterior, como:

Quanto tempo ela dura? Tem tratamento?

Não há uma duração específica para a perimenopausa. Ela pode se prolongar por vários anos e, em alguns casos, se estender por cerca de uma década antes da interrupção completa da menstruação por 12 meses consecutivos, quando ocorre a menopausa propriamente dita.

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Os sintomas da perimenopausa podem surgir já por volta dos 35 anos, mas costumam se tornar mais perceptíveis a partir dos 40. Há formas de amenizar as perdas hormonais dessa fase da vida, que devem ser definidas em conjunto com o seu ginecologista de confiança.

+ Leia também: Em média, brasileiras entram na menopausa aos 48 anos; só metade se trata

Alterações na dieta e no estilo de vida costumam ser indicadas em todos os casos. Intervenções com medicamentos, como antidepressivos para os impactos psicológicos das alterações hormonais, podem ser recomendadas.

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A reposição hormonal está disponível para algumas situações, especialmente quando há riscos à saúde em função de histórico familiar de alguns tipos de câncer ou tromboses, que são acentuados nessa fase.

Como fica a vida sexual e reprodutiva na perimenopausa?

A perimenopausa não impede a gravidez nem inviabiliza a vida sexual. No entanto, as alterações dessa fase da vida costumam dificultar as duas coisas.

Sintomas típicos que afetam a intimidade sexual incluem a perda de libido e o ressecamento vaginal. Caso eles estejam prejudicando a capacidade de manter relações e não seja possível resolver com medidas simples (como o uso de lubrificantes íntimos, por exemplo), o indicado é buscar aconselhamento com o ginecologista para avaliar as melhores alternativas de acordo com as individualidades de cada pessoa.

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Já uma gravidez nesse momento da vida deve sempre ser considerada de risco elevado, com um acompanhamento médico mais constante e outras intervenções preventivas, conforme avaliação médica.

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