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Pústulas ou espinhas? Entenda as diferenças e conheça os tratamentos

Nem toda pústula é uma espinha, mas toda espinha pode evoluir para uma pústula. Saiba a diferença e o que fazer nesses casos

Por Clarice Sena 3 mar 2025, 07h30 •
pústula
Sejam espinhas ou pústulas, a recomendação é nunca espremer as lesões na pele (Freepik/Freepik)
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  • Lesões na pele podem causar muito desconforto, ainda mais quando aparecem no rosto. Um grande incômodo estético (especialmente para os adolescentes) são as espinhas, que por serem tão comuns e frequentes, acabam mascarando outro tipo de lesão: as pústulas.

    Embora sejam bastante parecidas, as pústulas estão relacionadas a processos infecciosos mais sérios que, se não tratados, podem deixar marcas permanentes na pele.

    O que causa uma pústula?

    Uma pústula é uma lesão cutânea formada por uma bolha cheia de pus. Ela pode se manifestar em qualquer lugar do corpo e é bem parecida com uma espinha, mas costuma ser maior e mais sensível ao toque, causando dor ou coceira.

    As pústulas estão associadas a problemas como acne, rosácea e foliculite. Também podem aparecer como sintoma de psoríase, impetigo, catapora e varíola.

    Infecções bacterianas são a causa mais comum para a formação dessas bolhas, embora não sejam a explicação para todos os casos.

    Geralmente, o que ocorre é um acúmulo de bactérias nos poros da pele, que provocam uma inflamação.

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    O sistema imunológico responde enviando uma grande quantidade de leucócitos para proteger o organismo dessas bactérias, o que dá origem àbolha cheia de pus contendo uma mistura de restos celulares. 

    Quando é necessário ir ao médico?

    A maioria das pústulas são inofensivas, embora alguns casos possam ter complicações.

    O rompimento de uma pústula pode provocar cicatrizes ou manchas e o líquido infeccioso dentro das bolhas também pode se espalhar, provocando uma infecção de pele mais extensa.

    Se as pústulas não desaparecerem após duas semanas e estiverem acompanhadas de vermelhidão intensa, inchaço ou febre, um médico deve ser procurado para avaliar a dimensão do problema. 

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    +Leia também: Pasta de dente ajuda a secar espinhas? Entenda por que essa ideia é perigosa

    Prevenção e tratamento das pústulas

    Para prevenir o aparecimento de espinhas e pústulas, limpe a derme regularmente com sabonetes suaves e adequados ao seu tipo de pele. Isso manterá os poros desobstruídos e evitará o acúmulo de bactérias.

    Também é importante não tocar nem estourar as lesões, bem como não usar cosméticos em excesso ou produtos com efeitos agressivos. Em alguns casos, essas medidas simples podem ajudar a cicatrizar as lesões adequadamente. 

    No entanto, dependendo da gravidade do caso e do tipo de pele, o uso de medicamentos tópicos ou orais pode ser necessário. Algumas opções são os cremes derivados de vitamina A e do peróxido de benzoíla, responsáveis pela liberação de poros e redução de bactérias na pele. Outros tratamentos incluem o uso de isotretinoína, uma medicação oral indicada para casos mais severos. 

    Uma alternativa é a terapia fotodinâmica, que utiliza uma solução ativada por luz para encolher as glândulas sebáceas e reduzir a quantidade de óleo que se acumula sobre os poros. Em todos os casos, os tratamentos devem ser supervisionados por dermatologistas.

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