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Radar da saúde: a explosão do diabetes e dos seus custos pelo mundo

Brasil é o sexto país no ranking de casos da doença, que afeta 1 em cada 9 adultos pelo mundo. Veja este e outros achados sob a lente de VEJA SAÚDE

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
16 Maio 2025, 14h00 •
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Atlas do diabetes revela que doença cresceu em número de casos e despesa, além de matar 1 pessoa a cada 6 segundos globalmente (Ilustração: Felipe Tadashi/Veja Saúde)
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  • Não é exagero comparar o diabetes a uma pandemia. No novo atlas da Federação Internacional de Diabetes, os números deixam isso claro: são 589 milhões de cidadãos de 20 a 79 anos convivendo com a doença no planeta.

    O Brasil aparece no top 10 desse ranking, com 16,6 milhões de casos, só atrás de nações como China, Índia e Estados Unidos. Por aqui, quando contrastamos os dados atuais com os da última edição do atlas, de 2021, observamos um crescimento de 5,7% na prevalência do problema.

    Chocante também é a posição do país na lista daqueles que têm mais despesas com a condição: somos o terceiro no montante de gastos, alocando 45 bilhões de dólares anuais para tratar a doença e suas complicações.

    O documento revela que o diabetes matou 3,4 milhões de pessoas no mundo apenas em 2024 — isso sem contar a sua contribuição para outros desfechos fatais, como infarto e derrame.

    + LEIA TAMBÉM: Comprimido barato para diabetes alivia dores nos joelhos

    Passado: 70 anos do primeiro benzodiazepínico

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    (Ilustração: Felipe Tadashi/Veja Saúde)

    Em 1955, um químico de origem polonesa atuando em um laboratório suíço sintetizou, de forma pioneira, um remédio de efeitos tranquilizantes que seria visto como panaceia para os transtornos mentais. Assim nasceram os benzodiazepínicos, classe à qual pertencem o diazepam e outros ativos que, hoje se sabe, têm efeitos terapêuticos, mas também colaterais.

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    Futuro: o marca-passo menor que um grão de arroz

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    (Ilustração: Felipe Tadashi/Veja Saúde)

    Cientistas da Universidade Northwestern, nos EUA, conseguiram criar um dispositivo minúsculo para regular o ritmo cardíaco que pode ser administrado por meio de uma seringa e depois se dissolver no organismo. A ideia é que a invenção, ainda em testes, possa prestar serviço, por exemplo, em casos de cirurgia cardíaca em crianças.

    Um lugar: Antártida tem alga com propriedades medicinais

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    (Ilustração: Felipe Tadashi/Veja Saúde)

    Um organismo que existe exclusivamente no continente gelado é o alvo de experiências de uma equipe da USP devido a seu potencial de combater infecções que afetam humanos e outros animais. A alga marinha Phaeurus antarcticus é dotada de substâncias de ação antiparasitária que, um dia, poderão render fármacos contra males como a leishmaniose.

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    Um dado: anabolizantes triplicam o risco de infarto em homens

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    (Ilustração: Felipe Tadashi/Veja Saúde)

    Após se debruçarem sobre uma base de dados de mais de 60 mil dinamarqueses, pesquisadores concluíram que aqueles que usavam esteroides para ganhar massa muscular encaravam uma propensão significativamente maior de ter um ataque cardíaco. Definitivamente, não vale a pena apostar nesses produtos, cuja prescrição é hoje proibida no Brasil.

    Uma frase: Chris Niebauer

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    (Ilustração: Felipe Tadashi/Veja Saúde)

    “A neurociência contemporânea é marcada por uma crença que ultrapassa todas as demais: a consciência se localiza no cérebro. Em razão dessa localização específica, a neurociência tradicional supõe que a própria consciência é também individual — ou seja, existe separadamente em cada cérebro isolado (…) Embora cérebro e consciência estejam claramente conectados — se você sacudisse minha cabeça por muito tempo, eu ficaria tonto —, a história talvez não se resuma a isso. Afinal, a Terra não é plana só porque parece ser assim no Kansas.”

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    Chris Niebauer, neuropsicólogo e autor do livro recém-lançado A Ilusão do Eu (Goya)

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