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Radar da saúde: uma nova proposta para o diagnóstico da obesidade

Uso isolado do IMC e de termos como "obesidade mórbida" deve cair por terra. Veja esta e outras novidades destacadas pela redação

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
2 mar 2025, 07h30 •
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Comissão revisa critérios a fim de tornar identificação da obesidade mais fidedigna do ponto de vista da saúde (Ilustração: Mari Heffner/Veja Saúde)
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  • Setenta e cinco entidades médicas espalhadas pelo mundo — inclusive no Brasil — assinam um novo documento para definir e delimitar a obesidade, condição que afeta mais de 1 bilhão de pessoas no planeta.

    O grupo, vinculado ao periódico The Lancet, atualiza as recomendações à luz da ciência, concedendo maior foco à saúde e mitigando simplificações e estigmas ligados à doença.

    Entre as mudanças, o índice de massa corporal (IMC) sozinho é considerado insuficiente, devendo ser avaliado junto a outras métricas, como a circunferência abdominal e a relação cintura-quadril.

    O posicionamento ainda aposenta os termos “sobrepeso” e “obesidade mórbida”. Entram em cena as classificações “obesidade pré-clínica” e “clínica”.

    Na primeira, há excesso de peso sem comorbidades — diabetes, pressão alta, dor articular… Na segunda, entram fatores que ameaçam o bem-estar. Ao todo, 18 critérios clínicos foram estabelecidos para essa distinção.

    +Leia mais: Obesidade: nova forma de diagnóstico vai além do IMC

    Passado: 170 anos da chegada de uma epidemia de cólera

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    (Ilustração: Mari Heffner/Veja Saúde)
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    Um navio oriundo de Portugal desembarcou no norte do Brasil em 1855 trazendo entre os passageiros o micróbio do cólera.

    A infecção intestinal se espalhou pela então província do Pará — matando 6 mil pessoas — e atingiu outras regiões, incluindo o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Até 1862, estima-se que a epidemia tenha ceifado a vida de 200 mil brasileiros.

    Futuro: uma vacina capaz de eliminar o câncer até 2030

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    (Ilustração: Mari Heffner/Veja Saúde)

    A meta, ambiciosa, vem de um time de pesquisas da Clínica Cleveland e do laboratório Anixa Biosciences, nos EUA, que criou uma medicação capaz de interferir na imunidade para contra-atacar o tipo mais agressivo de tumor de mama, o triplo-negativo.

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    A “vacina” já foi administrada a 25 mulheres e passou para uma nova fase dos ensaios clínicos.

    Um lugar: o retrocesso do governo Trump nos EUA

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    (Ilustração: Mari Heffner/Veja Saúde)

    O presidente americano pode transformar a maior potência do globo numa ameaça à saúde pública. Primeiro, anunciou para o cargo de secretário de Saúde um político antivacina.

    Depois, tirou os EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos acordos do clima. Nessa direção, a “América” de Trump poderá disseminar perigos além de suas fronteiras.

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    Um dado: 72 meses de sobrevivência após o tratamento do melanoma

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    (Ilustração: Mari Heffner/Veja Saúde)

    Essa doença deixou de ser uma sentença de morte. Sim, a imunoterapia mudou completamente o combate ao melanoma, o mais temível câncer de pele.

    Um estudo revela que, após dez anos de acompanhamento, a combinação de dois remédios dessa classe estendeu, em média, em seis anos a vida de pessoas com o tumor detectado em estágio avançado.

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    (Ilustração: Mari Heffner/Veja Saúde)
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    Uma frase: Slavoj Zizek

    “O poder da cultura humana não é apenas construir um universo simbólico autônomo além do que experimentamos como natureza, mas produzir novos objetos ‘antinaturais’ que materializam o conhecimento humano. Nós não apenas ‘simbolizamos’ a natureza, nós, por assim dizer, a desnaturalizamos. Hoje, essa desnaturalização é palpável, faz parte do cotidiano, razão pela qual a política emancipatória radical não deve visar ao domínio completo sobre a natureza, nem à aceitação humilde da humanidade da predominância da Mãe-Terra. Em vez disso, a natureza deve ser exposta em toda a sua contingência e indeterminação catastrófica e a agência humana deve assumir toda a imprevisibilidade das consequências da sua atividade.”

    Slavoj Zizek, filósofo esloveno, no novo livro Mais-Gozar — Um Guia para os Não Perplexos (Vozes – Clique para comprar)

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