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Radar da saúde: vigilância genômica do coronavírus e outros destaques

O maior banco de informações genéticas do Sars-CoV-2 no Brasil e mais dados, notícias e opiniões pelo mundo

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 jun 2021, 11h27
ilustração de cientista manipulando tubo de ensaio com o mapa do Brasil ao fundo
Projeto concebido pela Dasa ajudará a flagrar mais rapidamente variantes e aperfeiçoar vacinas. (Ilustração: Marcella Briotto/SAÚDE é Vital)
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Conhecer com profundidade e agilidade os traços genéticos de um patógeno em circulação e sujeito a mutações é decisivo para atualizar nossas estratégias de combate a ele. Partindo dessa premissa, a Dasa, grupo que realizou até o momento cerca de 10% dos diagnósticos de Covid-19 no Brasil, idealizou e coloca em operação o maior projeto nacional de vigilância genômica do vírus Sars-CoV-2.

A meta do Genov é sequenciar 30 mil amostras virais em um ano — número seis vezes superior ao que foi analisado por ora em um programa similar do governo. Segundo o virologista que coordena a iniciativa, José Eduardo Levi, o diferencial do Genov será a rapidez e a representatividade nacional da investigação. Os achados, em tempo real, possibilitarão identificar novas variantes do coronavírus, aprimorar métodos de diagnóstico e a próxima geração de vacinas e subsidiar medidas de controle e políticas públicas.

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ilustração de comprimidos
(Ilustração: Marcella Briotto/SAÚDE é Vital)

Passado: 60 anos do ibuprofeno

Em 1961, o químico britânico Stewart Adams apresentava ao mundo esse anti-inflamatório que hoje é um dos medicamentos mais vendidos no planeta. Patenteado, o princípio ativo passou a ser comercializado alguns anos depois e atualmente se encontra na farmácia na forma de comprimidos de nomes e marcas diferentes. É utilizado sobretudo para controlar a febre e dores pelo corpo.

ilustração de cérebro envolto por um dispositivo
(Ilustração: Marcella Briotto/SAÚDE é Vital)
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Futuro: caçando a psicose

Marcas sutis no formato do cérebro durante a adolescência podem sinalizar uma maior propensão a surtos psicóticos. A descoberta é de um time de cientistas americanos e holandeses, e, na prática, tem o potencial de somar informações para o estabelecimento de um escore de risco capaz de determinar quem está mais suscetível a essa manifestação psiquiátrica.

ilustração da bandeira da china com a planta cannabis estampada dentro
(Ilustração: Marcella Briotto/SAÚDE é Vital)

Um lugar: China, líder das inovações com cannabis

O gigante asiático é o país que mais abriga invenções tendo como matéria-prima a planta da maconha. Segundo levantamento do The Green Hub, mais de 50% das inovações no setor vêm de lá — os Estados Unidos ficam em segundo lugar, com 27%. Uma parcela considerável das pesquisas e do uso da cannabis é voltada à medicina tradicional chinesa.

ilustração de legumes orgânicos com o número 30 estampado ao meio
(Ilustração: Marcella Briotto/SAÚDE é Vital)
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Um dado: 30% de crescimento no mercado brasileiro de orgânicos

A pandemia passou uma rasteira em diversos segmentos da indústria e do comércio, mas alguns deles não sentiram o baque. Seguindo uma tendência global, a venda de produtos orgânicos cresceu 30% no Brasil em 2020, de acordo com a Organis — Associação de Promoção dos Orgânicos. Ao todo, o setor movimentou 5,8 bilhões de reais.

caricatura da médica e psicanalista Françoise Dolto
(Ilustração: Marcella Briotto/SAÚDE é Vital)

Uma frase: Françoise Dolto

“A causa das crianças não será seriamente defendida enquanto não for diagnosticada a rejeição inconsciente que impele toda a sociedade a não querer tratar a criança como uma pessoa, desde seu nascimento, diante de quem cada um se comportasse como gostaria que os outros o fizessem em relação a si mesmo.”

Françoise Dolto, pediatra e psicanalista francesa (1908-1988), no livro A Causa das Crianças (Editora Ideias & Letras)

 

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