Conheça o exercício que afasta a demência, segundo pesquisa
Pensamento mais ágil é fator protetor — e dá para turbiná-lo
Um treino de velocidade cerebral realizado por semanas pode retardar o declínio cognitivo em décadas, conclui um estudo americano que acompanhou mais de 2,8 mil pessoas por cerca de 20 anos.
O trabalho avaliou três tipos de exercício mental. Mas apenas o baseado na detecção rápida de objetos numa tela foi relacionado a uma taxa 25% menor de demência.
“Um treino simples pode ajudar pessoas a se manterem mentalmente saudáveis por anos”, declarou Jay Bhattacharya, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA. Outras condições, porém, não podem ser descartadas.
“Certamente há mais fatores associados a esse desfecho”, comenta Wyllians Borelli, neurologista do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
Futuro em jogo
Estímulos
Os participantes foram divididos entre treinamentos cognitivos de 60 a 75 minutos, duas vezes por semana, por cerca de 45 dias.
Desafios
O paciente devia identificar objetos e alvos na tela do computador em tempo cada vez menor.
Objetivos
As intervenções foram concebidas para melhorar funções como memória, raciocínio e velocidade de processamento visual.
Resultados
Os médicos notaram que apenas o treino focado em rapidez reduziu ou postergou a demência.
Além disso, cuidado com os 14 fatores preveníveis do Alzheimer:
- Baixa escolaridade
- Perda auditiva
- Hipertensão
- Tabagismo
- Obesidade
- Depressão
- Sedentarismo
- Diabetes
- Alcoolismo
- Traumatismo
- Poluição do ar
- Isolamento social
- Colesterol alto
- Perda de visão
Alzheimer: 14 fatores por trás da doença — e que podem ser evitados







