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6 dicas para aliviar a dor de garganta

Beber bastante água, fazer gargarejos e descansar a voz podem aliviar o sintoma, embora não substituam uma ida ao médico

Por Luana Pazutti
Atualizado em 3 mar 2025, 09h07 - Publicado em 3 mar 2025, 07h30
dor de garganta que não passa
Vírus, bactérias e até o uso excessivo da voz estão por trás dos incômodos.  (Ilustração: Erika Onodera/SAÚDE é Vital)
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Dolorosa e incômoda, a dor de garganta pode ser ocasionada por inúmeros tipos de infecções e irritações. As inflamações, contudo, costumam ser a causa mais corriqueira. Elas podem atingir a faringe, a laringe, as amígdalas ou, até mesmo, mais de um local simultaneamente.

Entre os agentes infecciosos, as gripes e os resfriados geralmente são os mais cotados.

No entanto, outras infecções virais e bacterianas, como mononucleose, catapora, sarampo, difteria e coqueluche são algumas delas. Alergias e refluxos completam o rol de causadores.

Por outro lado, até mesmo se expor ao ar condicionado, dormir de boca aberta ou utilizar excessivamente a voz podem colaborar para o desenvolvimento do quadro. Quando falamos de dor de garganta, as possibilidades são diversas. Mas, então, o que podemos fazer para aliviá-la?

Como tratar a dor de garganta?

Anti-inflamatórios e analgésicos são grandes aliados, mas nem sempre são suficientes. Às vezes, não há saída a não ser o uso de antibióticos. Eis aí, a importância do atendimento médico. Enquanto a consulta não chega, contudo, alguns cuidados podem aliviar o sintoma:

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1. Faça repouso
Descansar a voz é uma das principais estratégias para amenizar a dor na garganta, logo, evite forçar a voz ou falar demais. Além disso, vale priorizar as horas de sono. O descanso é um grande aliado para o fortalecimento do sistema imunológico;

2. Beba bastante água
Isso é essencial para umedecer a garganta e, consequentemente, reduzir a sensação de ressecamento, que costuma ser bem dolorosa. A hidratação também pode contribuir para a diluição do muco;

3. Ajudinhas dos chás 
Além de terem propriedades específicas que auxiliam no combate a resfriados, eles colaboram na hidratação corporal e amenizam o sintoma. Aqui, a dica é optar pelo famoso trio: limão, gengibre e mel. Mas, vale destacar que crianças com menos de um ano não podem consumir mel, pois ele pode provocar quadros de botulismo infantil.

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4. Faça gargarejos com água morna e sal
Misture uma colher de chá de sal com 240ml de água morna, e faça gargarejos três vezes ao dia. Esse procedimento costuma aliviar bastante a dor de garganta, exceto quando há feridas abertas. Nesse caso, o gargarejo não é recomendado.

5. Invista em pastilhas
Outra forma de aliviar o desconforto são as famosas pastilhas. Com ação rápida, elas têm propriedades analgésicas e são grandes aliadas no combate da dor. As pastilhas podem ser substituídas por sprays de própolis que cumpram a mesma função.

6. Prefira alimentos pastosos
No caso de dificuldades para engolir, alimentos pastosos ou líquidos podem diminuir as dores. Vale optar por sopas, geleias e iogurtes para não forçar a garganta. Por outro lado, pimenta, limão, laranja, vinagre e cereais não são recomendados, pois podem irritar a região.

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Mas, não esqueça…

Todos esses cuidados são essenciais e podem ajudar a aliviar o sintoma. No entanto, nada substitui a ida ao consultório. Ainda mais, tendo em vista que o autodiagnóstico não é indicado. Se a origem da dor de garganta for bacteriana, por exemplo, será necessário um antibiótico – mas ele não vai ajudar contra infecções virais. Só o médico pode dar a certeza do diagnóstico.

Para crianças, a recomendação é procurar avaliação pediátrica não apenas quando a dor é persistente, mas também quando há dificuldades para engolir ou respirar. O acompanhamento é essencial para verificar se há presença de bactérias estreptococo, que podem desencadear complicações sérias, como a febre reumática, a faringite e a pneumonia.

Já os adultos devem procurar um otorrinolaringologista quando há dor intensa ou rouquidão prolongada por uma semana ou mais. Em caso de dificuldade para engolir, respirar ou abrir a boca, o atendimento médico também é essencial. Febre acima de 38°C, manchas vermelhas, catarro esverdeado ou com sangue, e dores articulares são outros sinais de alerta.

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