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A partir de que idade a mamografia deve ser feita?

Novo estudo reforça recomendação para realizar o rastreamento a partir dos 40 anos para diminuir o risco de diagnóstico tardio e complicações do câncer de mama

Por Larissa Beani Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
18 out 2024, 13h26 •
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Quanto mais cedo se detecta o câncer de mama, maior é a chance de cura da doença (Foto: Christian Parente/Veja Saúde)
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  • Quanto mais cedo se flagra o câncer de mama, maior é a chance de cura da doença e menor é a perspectiva de um agravamento. A frase, que já virou um mantra, foi corroborada por um grande estudo americano com mais de 8 mil mulheres.

    Observou-se que quem passou a fazer a mamografia anual a partir dos 40 anos tinha menor chance de ter a doença detectada em fase adiantada.

    “O câncer de mama em mulheres de 40 a 49 anos é menos comum do que em idades mais avançadas, mas ainda representa uma parcela significativa dos casos”, contextualiza a médica Annamaria Massahud, da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).

    No Brasil, entidades divergem em relação às indicações do exame — para o Ministério da Saúde, ele faria sentido dos 50 em diante.

    + Leia também: Outubro Rosa: 7 passos para diminuir o risco de câncer (não só de mama)

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    Amamentação após a conclusão do tratamento para o câncer de mama é viável (Editoria de Arte/Veja Saúde)
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    Amamentar após o câncer é seguro

    O aleitamento materno depois da conclusão do tratamento para o câncer de mama é viável e não aumenta o risco de retorno da doença, concluíram dois estudos internacionais apresentados no último congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (Esmo), realizado em Barcelona, Espanha.

    As pesquisas mostraram que a amamentação é segura até mesmo entre pacientes que tenham predisposições genéticas e hormonais para o tumor.

    “Esses novos dados são extremamente úteis para orientar mulheres jovens diagnosticadas com câncer”, avalia Maria Alice Franzoi, oncologista brasileira que avaliou os trabalhos durante o evento.

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    + Leia também: Vilões ou mocinhos? Os vírus nos dois lados do câncer

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