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Radar da saúde: a eficácia da telemedicina contra uma doença comum

Estudo nacional comparou consultas virtuais com presenciais para pacientes com diabetes. Conheça este e outros destaques sob o olhar de VEJA SAÚDE

Por Diogo Sponchiato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 dez 2024, 14h25 •
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Testada e aprovada: pesquisa demonstrou benefícios da teleconsulta em termos de controle glicêmico e economia para o sistema de saúde (Ilustração: Fih de Baiano/Veja Saúde)
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  • Aos que não dão o braço a torcer para a tecnologia, convém conhecer a conclusão de um estudo-piloto realizado no Brasil com a telemedicina.

    Capitaneada pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP) e parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), a pesquisa avaliou o efeito dos atendimentos virtuais versus os presenciais entre 278 pessoas com diabetes tipo 2 na cidade de Joinville (SC) de 2020 a 2023.

    O trabalho constatou que o grupo submetido a consultas remotas apresentou maior redução nas taxas de hemoglobina glicada, exame de sangue que dá uma média de três meses da glicemia e é usado no monitoramento do diabetes.

    Além disso, os voluntários ficaram satisfeitos com as sessões a distância. Ainda que encare limitações (como falta de acesso à internet e à educação digital), a telessaúde demonstrou, nessa experiência na rede pública, que tem um bom espaço a ocupar na assistência.

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    (Ilustração: Fih de Baiano/Veja Saúde)

    Passado: 250 anos do efeito Werther

    Em 1774, o alemão Johann Wolfgang von Goethe publicou um romance que despertaria uma onda de suicídios, Os Sofrimentos do Jovem Werther. A obra narra as desventuras de um rapaz que, diante de uma paixão não correspondida, decide tirar a própria vida.

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    A leitura instigou outras pessoas a seguirem o destino do protagonista — fenômeno batizado de efeito Werther.

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    (Ilustração: Fih de Baiano/Veja Saúde)

    Futuro: bactéria amazônica com potencial terapêutico

    Cientistas brasileiros descobriram uma nova espécie de micro-organismo no solo da região de Paragominas, no leste do Pará. Ao investigar a bactéria, identificaram que ela produz um composto com propriedades antivirais e antitumorais.

    A ideia é explorar mais a fundo como a substância pode virar um medicamento daqui a alguns anos.

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    brasil-elefantiase
    (Ilustração: Fih de Baiano/Veja Saúde)

    Um lugar: Brasil é declarado livre da elefantíase

    Causada por um parasita disseminado por mosquitos, a filariose é uma doença que compromete o sistema linfático e pode provocar inchaços e deformidades nas pernas e em outras áreas do corpo — daí o nome popular “elefantíase”.

    Pois a OMS acaba de conceder ao país o certificado de erradicação do problema, até então comum em locais mais pobres e vulneráveis.

    ciberataque-saude
    (Ilustração: Fih de Baiano/Veja Saúde)
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    Um dado: ciberataques custam mais de 30 milhões de dólares ao ano

    Um levantamento da consultoria PwC com empresas de todo o mundo calcula despesas dessa magnitude para prevenção e controle de danos por ataques criminosos aos sistemas digitais do setor de saúde.

    Em outro inquérito, a plataforma constatou que menos de 25% das companhias do segmento contam com planos de defesa integrados que contemplam a cibersegurança.

    +Leia também: A ética dos algoritmos e seus impactos na saúde

    neide-rigo
    (Ilustração: Fih de Baiano/Veja Saúde)
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    Uma frase: Neide Rigo

    “As plantas não precisam de nós, mas é tão bom saber que elas nos acompanham, ainda que nos espiando de uma fresta. E poder reconhecer com humildade sua importância para o nosso bem-estar físico e mental nos coloca em conexão com nossas próprias histórias, contadas por elas, e com as pessoas que cruzam nosso caminho, mediadas por espécies de interesse comum. Como em um retrato de cena, elas seguem conosco, eternizando a circunstância dos momentos marcantes que nos trazem saudade — ou não.”

    Neide Rigo, nutricionista e pensadora da alimentação, no livro Comida Comum (Ubu) – Clique para comprar 

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